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Internacional

Israel diz que ataques atingiram gabinete presidencial do Irã e prédio do Conselho de Segurança

Ataques aéreos ocorreram durante a noite.

03 de Março de 2026 às 12:25
Da Redação com Estadão Conteúdo [email protected]
Uma coluna de fumaça se eleva após um ataque em Teerã, Irã.
Uma coluna de fumaça se eleva após um ataque em Teerã, Irã. (Crédito: Mohsen Ganji/AFP)

O exército israelense afirmou nesta terça-feira, 3, ter atacado o gabinete presidencial do Irã e o prédio do Conselho Supremo de Segurança Nacional do país. Segundo informações, os ataques aéreos ocorreram durante a noite. 

"Além disso, o local de reunião do fórum mais importante do regime, responsável pela tomada de decisões de segurança, foi alvo de ataques, assim como a instituição de treinamento de oficiais militares iranianos e outras infraestruturas-chave do regime", acrescentaram os militares. 

O Irã não reconheceu imediatamente os ataques. 

Avanço terrestre 

O ministro da Defesa israelense autorizou nesta terça-feira o avanço terrestre para tomar novas posições estratégicas no Líbano e impedir ataques às localidades fronteiriças. 

Israel ampliou suas operações no Líbano e no Irã, destruindo instalações militares, de comunicação e emissoras como Al Manar e a IRIB. 

Guerra no Oriente Médio se intensifica 

A guerra no Oriente Médio, iniciada pelos ataques de Israel e Estados Unidos ao Irã, se intensifica no quarto dia, com bombardeios em Teerã e no Líbano, ataques do Hezbollah a bases israelenses e ofensivas de drones contra a embaixada americana na Arábia Saudita. 

Dois drones atingiram a embaixada americana, provocando incêndio e danos materiais limitados, enquanto a Embaixada dos EUA no Kuwait fechou temporariamente. 

O presidente dos EUA Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel Binyamin Netanyahu alertaram que o conflito pode se prolongar por semanas, enquanto o Irã intensifica ataques com mísseis e drones contra Israel e bases americanas. 

Pelo menos seis militares americanos e 787 iranianos morreram desde o início da guerra, que já afeta o fornecimento global de petróleo e provoca quedas nas bolsas internacionais. (Com agências internacionais)