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Novo Desenrola

Começa o uso do FGTS para pagamento de dívida

25 de Maio de 2026 às 22:48
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Trabalhador pode negociar até 20% do saldo ou até R$ 1 mil
Trabalhador pode negociar até 20% do saldo ou até R$ 1 mil (Crédito: JOÉDSON ALVES / ARQUIVO AGÊNCIA BRASIL )

Já está disponível no aplicativo do FGTS o acesso ao saldo para renegociação de dívidas no Novo Desenrola Brasil. A nova modalidade permitirá uso de até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortização ou quitação de débitos em atraso.

A expectativa do governo é movimentar até R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS por meio do programa, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Segundo o governo federal, a adesão será feita diretamente pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência dos valores diretamente aos bancos responsáveis pelos contratos.

O prazo estimado para formalização das operações é de até 30 dias após a consulta do saldo disponível.

O banco também está definindo os procedimentos operacionais para que as instituições financeiras comecem a oferecer a modalidade na renegociação de débitos.

Além da liberação do FGTS para o Novo Desenrola, o governo informou que mais de 10,5 milhões de trabalhadores receberão, em 26 de maio, valores residuais do saque-aniversário do fundo, liberados em várias rodadas desde o fim do ano passado.

O desbloqueio adicional estimado é de R$ 8,4 bilhões e beneficiará trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos serão feitos automaticamente nas contas cadastradas no aplicativo do FGTS.

Com a autorização pelo aplicativo do FGTS e o acesso das instituições financeiras aos valores disponíveis não será necessário comparecer às agências da Caixa para concluir a operação. O uso de parte do fundo ocorrerá somente após a renegociação da dívida dentro do programa. Poderão ser usados recursos de contas ativas e inativas do FGTS, com prioridade para contas inativas. (Agência Brasil)