Crescimento
Produção industrial sobe 0,8% no Estado de SP em agosto
No acumulado do ano, no entanto, houve queda de 1,9%, segundo o IBGE
A produção industrial cresceu em nove dos 15 locais pesquisados em agosto ante julho, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Houve expansão no Pará (5,4%), Bahia (4,9%), Paraná (4,2%), Rio Grande do Sul (2,9%), Mato Grosso (1,4%), Goiás (1,4%), Região Nordeste (1,0%), São Paulo (0,8%) e Espírito Santo (0,4%). Na direção oposta, houve perdas no Amazonas (-7,4%), Pernambuco (-3,5%), Rio de Janeiro (-1,9%), Santa Catarina (-1,8%), Ceará (-1,5%) e Minas Gerais (-0,2%). Na média global, a indústria nacional avançou 0,8% em agosto ante julho.
Na comparação de agosto deste ano com agosto do ano passado, houve queda em nove dos 18 locais pesquisados. “Vale citar que agosto de 2025 (21 dias) teve 1 dia útil a menos que igual mês do ano anterior (22)”, observou o IBGE.
Houve perdas no Mato Grosso (-12,8%), Maranhão (-11,4%), Amazonas (-9,3%), Mato Grosso do Sul (-5,7%), Ceará (-5,5%), Minas Gerais (-4,8%), Pernambuco (-2,5%), São Paulo (-2,4%) e Santa Catarina (-2,2%). Na direção oposta, foram registradas elevações no Espírito Santo (15,3%), Rio de Janeiro (6,1%), Pará (5,8%), Paraná (3,8%), Bahia (3,4%), Rio Grande do Norte (3,3%), Goiás (2,9%), Rio Grande do Sul (1,1%) e Região Nordeste (0,5%).
No acumulado no ano, o setor industrial mostrou expansão de 0,9%, com resultados positivos em nove dos dezoito locais pesquisados. Espírito Santo (6,1%), Pará (5,0%), Paraná (4,2%) e Rio de Janeiro (4,0%) assinalaram os avanços mais acentuados para os oito meses do ano, impulsionados, em grande parte, pelas atividades de indústrias extrativas.
São Paulo apresentou resultado negativo no acumulado do ano, com recuo de 1,9%. Também tiveram desempenho negativo Rio Grande do Norte (-16,3%), Pernambuco (-7,3%), Mato Grosso (-6,2%),Maranhão (-6,1%), Mato Grosso do Sul (-2,7%), Região Nordeste (-1,4%), Ceará (-1,2%) e Amazonas (-0,9%). (Da Redação, com informações de Estadão Conteúdo)