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Sindicato dos jogadores na Inglaterra propõe encurtar jogos

Jogos com portões fechados e um número reduzido de estádios estariam nos planos para limitar os riscos
A Premier League reiterou o desejo de concluir a temporada 2019-2020. Crédito da foto: CHRIS J RATCLIFFE / AFP

 

A Professional Players Association (PFA), o sindicato de jogadores ingleses, comentou nesta terça-feira (5) a hipótese de encurtar a duração das partidas caso o futebol seja reiniciado, em meio á pandemia do coronavírus.

A Premier League conversa atualmente com especialistas médicos, governo e representantes dos clubes e dos jogadores para encontrar um meio de concluir a temporada, suspensa desde 9 de março, quando restavam 9 rodadas a disputar.

Jogos com portões fechados e um número reduzido de estádios estariam nos planos para limitar os riscos, sem descartar qualquer outra ideia.

“Não sabemos como será o futuro. Sabemos apenas das propostas que foram feitas, a possibilidade de haver mais substituições e partidas que não durem necessariamente dois tempos de 45 minutos”, revelou o presidente da PFA, Gordon Taylor, à emissora BBC.

Uma proposta que precisará imperativamente ser aprovada pela International Board (Ifab), entidade que define as regras do jogo, antes que as ligas nacionais possam aplicá-las.

A Fifa propôs em final de abril elevar de 3 para 5 o número de substituições autorizadas durante o tempo regulamentar de uma partida, para aliviar a carga física sobre os jogadores, que terão que encarar sequências de jogos elevadas caso o futebol retorne ainda nesta temporada.

Uma nova assembleia geral com os diferentes atores da Premier League está programada para esta sexta-feira (8) e, “pouco depois desta assembleia, o documento de volta ao trabalho poderia estar finalizado. Na semana seguinte, desde que seja possível, será repassado aos jogadores e aos técnicos”, acredita Taylor.

Na última sexta-feira, a Premier League reiterou o desejo de concluir a temporada 2019-2020, disputando os 92 jogos da competição que restam, garantindo que os jogadores e os técnicos terão “um papel-chave” na elaboração do processo de volta do futebol. (AFP)

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