Copa 2026
Tradição, força física e favoritismo inglês
Com estilos distintos, seleções que integram o Grupo L prometem uma disputa marcada por intensidade, experiência e diferentes propostas de jogo
O Grupo L completa o panorama da primeira fase da Copa do Mundo de 2026 com uma combinação de tradição, qualidade técnica e contrastes táticos. Cabeça de chave, a Inglaterra chega como uma das principais candidatas ao título, impulsionada pela força da liga mais rica do planeta e por uma geração talentosa. Principal rival na chave, a Croácia aposta na experiência acumulada em campanhas recentes de destaque para desafiar o favoritismo inglês.
Correndo por fora, Gana tenta recolocar o futebol ganês em evidência com sua tradicional intensidade física e velocidade nos contra-ataques. Já o Panamá sonha com uma classificação histórica e chega sem a pressão dos favoritos, mas disposto a dificultar a vida dos adversários.
Inglaterra
A seleção inglesa disputará sua 17ª Copa do Mundo consolidada entre as potências do futebol mundial. Com uma equipe jovem, talentosa e de características verticais, os ingleses combinam transições rápidas, intensidade física e forte presença ofensiva.
Um dos diferenciais do elenco está na ampla base formada por atletas que atuam na própria Inglaterra, principalmente nos grandes clubes da Premier League. Esse fator favorece o entrosamento e reforça a identidade de jogo da equipe, que busca o bicampeonato mundial. A convocação, no entanto, chamou atenção pelas ausências de nomes de destaque como Phil Foden e Cole Palmer.
Croácia
Presente em sua sétima Copa do Mundo, a Croácia chega respaldada por um histórico recente de resultados expressivos em grandes torneios. Reconhecida pela qualidade técnica de seu meio-campo, a equipe aposta na posse de bola, no controle do ritmo das partidas e na maturidade competitiva.
A base do elenco está distribuída entre algumas das principais ligas da Europa, especialmente Espanha, Itália e Alemanha. Com uma estrutura tática sólida e forte organização defensiva, os croatas seguem como um dos adversários mais difíceis de serem enfrentados em competições de tiro curto.
Gana
As Estrelas Negras retornam ao Mundial determinadas a recuperar o protagonismo do futebol ganês no cenário internacional. Classificada para sua quinta participação em Copas do Mundo, a seleção aposta na força física, na intensidade e na velocidade para competir em uma chave de elevado nível técnico.
Grande parte dos convocados atua fora do país, principalmente em clubes da Inglaterra, França e de outras ligas europeias. Essa experiência internacional contribui para a competitividade de uma equipe que pretende desafiar as favoritas do grupo.
Panamá
Em sua segunda participação em Copas do Mundo, o Panamá busca demonstrar a evolução apresentada nos últimos anos dentro da Concacaf. A classificação foi construída a partir de uma equipe organizada, com linhas defensivas compactas e forte presença no jogo aéreo.
O elenco é formado majoritariamente por jogadores que atuam no exterior, divididos entre a MLS, ligas da América Central e mercados emergentes da Europa. Sem carregar o peso do favoritismo, os panamenhos apostam na disciplina tática e na capacidade de explorar os espaços para tentar surpreender.
Chaveamento
O vencedor do Grupo L enfrentará o segundo colocado do Grupo K nas oitavas de final. Já a equipe que terminar na segunda posição terá pela frente o líder da chave vizinha, formada por Portugal, Colômbia, Congo e Uzbequistão.