Economia

Bolsonaro: está ‘quase tudo certo’ para o auxílio

Bolsonaro: ‘está quase tudo certo’ para o auxílio
Presidente tratou do assunto com ministros no domingo. Crédito da foto: Fabio Pozzebom / Arquivo Agência Brasil (25/2/2021)

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou ontem de manhã que está “quase tudo certo” para o pagamento de uma nova rodada do auxílio emergencial. Bolsonaro esteve reunido no domingo com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL); do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG); e o ministro da Economia, Paulo Guedes, a fim de discutir, entre outros assuntos, a prorrogação do benefício bem como a tramitação da PEC Emergencial e a situação da pandemia da Covid-19.

“O auxílio emergencial movimenta a economia local. Está quase tudo certo, teve uma reunião de três horas ontem a noite aqui”, citou Bolsonaro para apoiadores, no período da manhã desta segunda-feira, na saída do Palácio da Alvorada.

Segundo Bolsonaro, o novo valor do auxílio, acordado em R$ 250 por quatro meses, está “acima da média do Bolsa Família, que é de R$ 190”.

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“Alguns reclamam: é muito pouco. Meu Deus do céu, alguém sabe quanto custa isso para todos vocês brasileiros? O nome é ‘auxílio’, não é aposentadoria”, afirmou o presidente.

O presidente ainda reforçou que a União não tem dinheiro para pagar o benefício. “Eu tenho falado isso: é endividamento. Não tenho dinheiro no cofre não. É endividamento”, completou.

Sobre o encontro do domingo, que ocorreu fora da agenda, Bolsonaro prometeu “colocar em prática a partir de hoje” as definições debatidas.

Além de Guedes e dos representantes do Legislativo, a reunião contou ainda com a presença dos ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Braga Netto (Casa Civil).

Nas redes sociais, Bolsonaro publicou no domingo a foto da reunião e citou ter tratado sobre “vacina, auxílio emergencial, PEC Emergencial, emprego, e a situação da pandemia”.

A PEC Emergencial, formulada para destravar o auxílio emergencial, está prevista para ser votada amanhã, mas ainda não há, contudo, acordo entre os líderes partidários. (Pedro Caramuru, Emilly Behnke e Sofia Aguiar – Estadão Conteúdo)

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