Economia

Balança Comercial tem déficit de US$ 824 milhões

As exportações somam US$ 10,713 bilhões no período, com média diária de US$ 714,2 milhões, o que representa um crescimento de 8,4%
Aprovada isenção de imposto a exportador
O saldo é resultado de exportações de US$ 3,025 bilhões e importações de US$ 3,849 bilhões. Crédito da foto: Sérgio Coelho / Divulgação / Codesp

A balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 824,3 milhões na terceira semana de janeiro (de 18 a 24). O saldo é resultado de exportações de US$ 3,025 bilhões e importações de US$ 3,849 bilhões. Com o resultado da terceira semana, no mês de janeiro, o saldo acumulado da balança comercial é deficitário em US$ 2,268 bilhões.

As exportações somam US$ 10,713 bilhões no período, com média diária de US$ 714,2 milhões, o que representa um crescimento de 8,4% na comparação com a média exportada em janeiro de 2020. As importações somam no acumulado em janeiro US$ 12,981 bilhões, com média diária de US$ 865,4 milhões, alta de 17,7% na comparação com a média do primeiro mês do ano passado.

De acordo com dados divulgados ontem (25), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, até a terceira semana de janeiro, o aumento das exportações foi puxado, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: minério de ferro e seus concentrados (+65,8%); minério de cobre e seus concentrados (+80,1%); outros minerais em bruto (+18,5%); outros minérios e concentrados dos metais de base (+15,9%) e pedra, areia e cascalho (+28,8%).

Leia mais  Plano de ampliar isenção no IR custaria quase R$ 74 bi

No período, também destacam-se as exportações, na indústria de transformação, de açúcares e melaços (+43,6%); farelos de soja e outros alimentos para animais, excluídos cereais não moídos, farinhas de carnes e outros animais (+36,9%); ouro, não monetário, excluindo minérios de ouro e seus concentrados, (+29,7%); ferro-gusa, spiegel, ferroesponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas (+24,6%) e tabaco, descaulificado ou desnervado (+77,2%).

Por fim, o aumento das exportações também foi favorecido pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos agropecuários: milho não moído, exceto milho doce (+55,7%); café não torrado (+38,0%); algodão em bruto (+15,3%); trigo e centeio, não moídos (+304,4%) e especiarias (+66,1%). (Estadão Conteúdo)

Comentários