Buscar no Cruzeiro

Buscar

Literatura

Sorocabanos vivem diferentes experiências na Bienal do Livro

Leitores e escritora da cidade contam como foi participar da 28ª edição do evento, em São Paulo

16 de Setembro de 2026 às 20:47
Gabrielle Camargo Pustiglione [email protected]
Histórias de leitores e de uma escritora de Sorocaba se 
cruzaram pelos corredores da Bienal do Livro de São Paulo
Histórias de leitores e de uma escritora de Sorocaba se cruzaram pelos corredores da Bienal do Livro de São Paulo (Crédito: Cortesia)

Uma menina de 12 anos, uma autora em momento marcante da carreira, uma leitora que voltou para casa com 40 livros e uma adolescente em busca de sua autora favorita. De Sorocaba, diferentes histórias se encontraram na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada de 4 a 13 de setembro de 2026, no Distrito Anhembi.

Para Ana Júlia Pereira Nogueira, 12 anos, a edição foi a primeira experiência na Bienal. Acompanhada pelos pais e pela tia, ela levou uma mochila, uma pasta para os brindes, sua lista de livros e uma mala de rodinha. Leitora de vários gêneros, com preferência por romances, voltou para casa com 16 livros: quatro boxes e sete livros individuais. Para ela, a Bienal "é como um portal para mil mundos diferentes".

A escritora Adriane Siqueira viveu outro momento marcante, lançou oficialmente na Bienal "Chão de Giz", um manual prático e sensível para mudança de país. Em sua primeira experiência como autora exclusiva, a escritora lança um livro que representa sua transição para a Psicologia Intercultural. Na feira, ela conversou com leitores, autografou exemplares e recebeu feedbacks sobre a obra, dedicada a pessoas que planejam uma mudança de país e àquelas que acompanham esse processo, com atenção ao bem-estar e à saúde mental de quem migra. Adriane lança o livro em Sorocaba em 26 de setembro.

Aos 35 anos, Mariane Simioni participou de sua segunda Bienal e já pretende retornar em 2028. Leitora diária, aprecia alta fantasia, romantasia, romances contemporâneos e comédias românticas. A paixão pelos livros apareceu também nas compras, foram 35 livros para ela, quatro para as filhas e um para o marido. Para Mariane, a Bienal é um encontro de pessoas apaixonadas por histórias e conhecimento, além de um espaço de troca entre leitores.

Já Manuela Mariano, 15 anos, esteve no evento com os pais e duas amigas. Leitora de romances, foi especialmente motivada pela presença de Lynn Painter, que gostaria de assistir e de quem pretendia obter um autógrafo, mas não conseguiu a senha. Comprou um livro e aproveitou a experiência para conhecer os estandes. Entre seus autores favoritos estão Sarah Adams, Lynn Painter e Colleen Hoover, e Táticas do Amor é seu livro preferido.

Os relatos revelam diferentes maneiras de viver a Bienal, pela descoberta de novos livros e encontro com autores, pelo lançamento de uma obra ou simplesmente pela experiência de estar entre pessoas que compartilham o gosto pela leitura. Em comum, permanece a ideia de que a literatura também se constrói nesses encontros, entre leitores, histórias e novos mundos.


Galeria

Confira a galeria de fotos