Cultura

No primeiro fim de semana, ‘A Freira’ já é maior filme de terror

O longa já arrecadou US$ 53,5 milhões nos Estados Unidos e US$ 77,5 milhões em todo o mundo
No longa, o Vaticano envia envia um padre e uma noviça para investigar o suicídio de uma freira em um convento na Romênia. Crédito da foto: Divulgação

O longa “A Freira”, que estreou na última quinta (6), já é o maior filme de terror de todos os tempos. Segundo a revista Mojo, o fim de semana de estreia do filme rendeu US$ 53,5 milhões (R$ 218 milhões) nos Estados Unidos e US$ 77,5 milhões (R$ 316 milhões) em todo o mundo. O longa é o quinto filme da franquia “Invocação do Mal”, que já arrecadou mais de US$ 1,3 bilhão (R$ 5,1 bilhões) em bilheteria em todo o mundo. Os quatro primeiros filmes dessa série foram “Invocação do Mal” (2013), “Annabelle” (2014), “Invocação do Mal 2” (2016) e “Annabelle 2: A Criação do Mal” (2017).

Neste longa, uma freira presa em um convento na Romênia, comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia o padre Bruke (Demián Bichir) e a noviça Irene (Taissa Farmiga). Os dois arriscam suas vidas e suas almas nesse confronto. Com essa soma, “A Freira” ultrapassa a maior franquia até agora, considerando que os filmes “Alien” entram na categoria terror. A franquia “Alien” está alguns dígitos abaixo da arrecadação do longa em cartaz. E isso já faz com que “A Freira” seja o maior filme de terror de todos os tempos.

Leia mais  Emmy anuncia vencedores de categorias preliminares

Dos filmes que arrecadaram mais do que “A Freira”, que ainda deve ficar algumas semanas em cartaz, está a trilogia “Matriz”, com US$ 1,6 bilhão (R$ 6,5 bilhões), e “Deadpool” , com pouco mais de US$ 1,5 bilhão (R$ 6 bilhões) em seus dois filmes -que não são longas do gênero.

Ainda segundo a revista Mojo, o fato dessa série de filmes ter histórias próximas do que poderia acontecer da vida real conquistou uma legião de fãs, que não perde um lançamento. E o faturamento só aumenta com novos filmes spin-offs (novas histórias criadas a partir de tramas já conhecidas nos filmes anteriores). (Fabiana Schiavon – Folhapress) 

Comentários