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Produtoras de conteúdo preveem 2021 intenso

Produtoras de conteúdo preveem 2021 intenso
Erika Januza em cena de “Arcanjo Renegado”, exibida na Globoplay. Crédito da foto: Guto Costa / Divulgação

Flávio Ricco, com colaboração de José Carlos Nery

As principais produtoras de conteúdo do País, casos de Paranoid, Floresta, Formata, Mixer, Endemol, O2 Filmes… foram obrigadas a paralisar dezenas de trabalhos e adiar vários outros, por causa da pandemia. Filmar nas condições atuais, seguindo à risca os protocolos de saúde, poderia comprometer a qualidade de determinados roteiros. Só para 2021, enfim, é que se imagina um melhor cenário.

Mas existe um problema! Com tantos projetos “represados” e aguardando a vez, corre-se o risco de faltar mão de obra especializada.

É sempre válido destacar que qualquer uma dessas empresas opera simultaneamente, e em frentes bem diferentes, para o streaming, TV paga e TV aberta.

Essa questão, importante, já preocupa executivos de produtoras independentes. “Vai embolar tudo ano que vem”, aposta um deles, “em especial os que envolvem dramaturgia”.

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Em um mercado que promete ficar ainda mais aquecido, as chances de quem se organizar melhor e a partir de agora, serão muito maiores.

Detalhes

“Fera Ferida” completou 27 anos e seu autor, Aguinaldo Silva, contou algumas curiosidades em rede social. “Era para ser uma minissérie. Mas quando o mago Jorge Adib leu a sinopse, foi até o Boni e falou: ‘isso daqui é uma novela, caraco!’”. E revelou mais: “o título original era Nova Califórnia, o mesmo do conto de Lima Barreto no qual me inspirei. Mas Boni resolveu mudar para ‘Fera Ferida’ por causa da música de Roberto Carlos…”, relata Aguinaldo.

Outra curiosidade

Aguinaldo e seus colaboradores decidiram que a mocinha de “Fera Feriada”, Linda Inês (Giulia Gam) não seria virgem. “Afinal, ela morara sozinha na capital durante alguns anos, era dona do próprio nariz, era firme e decidida…”. “Houve algum trauma quanto a isso, mas, no final, nossa teoria prevaleceu e, a partir dali, as mocinhas das novelas deixaram de ser virgens obrigatoriamente. Acho que hoje em dia nenhuma delas é mais”, conclui.

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