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Por que autor da novela ‘A dona do pedaço’ divide tanto opiniões?

Por que autor da novela ‘A dona do pedaço’ divide tanto opiniões?
Crédito da foto: Paulo Belote / Tv Globo

Flávio Ricco, com colaboração de José Carlos Nery

Há poucos dias, durante um evento realizado em São Paulo, assim meio que do nada, um grupo de jornalistas começou a disparar comentários “ácidos” sobre a novela “A dona do pedaço” e seu autor, Walcyr Carrasco. Ficavam se perguntando, por exemplo, como um Marco Nanini recebia “aqueles textos”. Mas chamou atenção também o fato que todos conheciam Vivi Guedes, Josiane, Chiclete, Rock e companhia bela.

Como se observa, apesar do grande sucesso de audiência, o trabalho deste autor está muito longe de ser unanimidade. Mas resolve, e os índices, painel nacional, estão aí para comprovar. Hoje, sem medo de errar, é possível até afirmar que qualquer emissora gostaria de ter um Walcyr nas suas fileiras, apesar das discordâncias.

Ao mesmo tempo em que o texto de “A dona do pedaço” apresenta boas situações, também empurra diálogos quase infantis. A trama da filha que rejeita o pai gay é ótima, mas as falas da menina são rasas. Não se coloca dedo nas feridas. O caso envolvendo a temática trans é outro ponto fora da curva — muito distante da abordagem de Glória Perez em “A força do querer”.

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E o núcleo do Nanini constrange. Um grupo de atores daquele tamanho merecia melhor sorte. De tudo isso, talvez falte ao Walcyr (na foto, ao lado da diretora Amora Mautner) encontrar um meio termo. Quem sabe na próxima.

Planejamento – O filme “A menina que matou os pais”, do diretor Maurício Eça e que terá Carla Diaz vivendo Suzane von Richthofen, será produzido em duas partes, de acordo com informações do elenco. O primeiro, com a visão de Suzane sobre um dos mais lembrados casos policiais do Brasil, enquanto outro, sob o olhar de Daniel Cravinhos, ex-namorado dela. E mais: a intenção é transformar, logo depois, em série de TV.

Ao trabalho – Recuperado de uma pneumonia, Tonico Pereira retomou seu trabalho nas gravações de “A dona do pedaço”. Fez questão inclusive de fazer isso o quanto antes, para não comprometer a produção. O ator, que já driblou esse problema de saúde quatro vezes nos últimos tempos, promete se cuidar melhor. Só assim inclusive poderá atender convites para uma nova turnê do espetáculo “O monólogo de Sócrates”.

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Profissionalismo – Deborah Secco vem aí com a Alexia, uma das protagonistas de “Salve-se quem puder”, substituta de “Bom sucesso”. Na história, a personagem briga com a balança o tempo todo, e o que chamou atenção da equipe foi a disposição de Deborah para o papel. Não viu problema nenhum em engordar.

Poderosa – A Record iniciou os testes de figurino para o núcleo das garotas de programa da novela “Amor sem igual”, que será ambientada em São Paulo. Day Mesquita e Dani Moreno, intérpretes de Poderosa e Furacão, respectivamente, já realizaram esse trabalho. As personagens serão grandes amigas e dividirão ponto na estrada.

Divulgação – Já em relação a “Nada a perder 2”, Day Mesquita e Petrônio Gontijo estiveram na Argentina sexta-feira realizando trabalho de divulgação. A ordem é visitar outros países nas próximas semanas.

Dona da bola – Na CNN Brasil, o comentário é que a contratação de Monalisa Perrone foi pensada no sentido de torná-la o principal nome feminino da programação. E assim será. Aliás, executivos do canal de notícias mais empolgados chegaram até a fazer comparações entre ela e Christiane Amanpour, profissional com história marcante na CNN. Recomenda-se calma.

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Cada uma – Ainda sobre a CNN Brasil e o fato de o canal ter priorizado a contratação de profissionais de bastidor de Record e Band, passando assim longe da GloboNews, haveria uma “explicação”. Temor que alguém pudesse passar informações do projeto para “o inimigo”. Então tá.

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