Brasil

Verão começa neste domingo (22), com temperatura amena

Primavera se despede com pancadas de chuvas
A nova estação inicia com mínima de 21°C e máxima de 27°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

O verão no Hemisfério Sul começa neste domingo (22), à 1h19, com previsão de chuvas dentro da normalidade para o período. Isto porque, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), não deverá haver influência do fenômeno El Niño ou La Niña na nova estação — que termina em 20 de março de 2020, às 3h50. A nova estação começa com mínima de 21ºC e máxima de 27ºC, devendo chover também a partir da tarde.

Em Sorocaba, o último dia da primavera deve ter temperaturas entre 19ºC e 31ºC  neste sábado (21), com muitas nuvens e pancadas de chuva à tarde e à noite. O Inmet informou que as condições da temperatura da superfície do mar no Oceano Pacífico Equatorial estão dentro das suas características normais, sem desvios em relação à média. Isso indica que a área do fenômeno El Niño está em sua fase neutra.

As áreas do País com previsão de chuvas acima da média no verão ficam nos Estados da Bahia, Alagoas e Pernambuco, e no sul dos Estados do Maranhão e do Piauí. No Centro-Oeste, Sul e Sudeste, a maior probabilidade é de que o acumulado de chuvas seja dentro da faixa normal ou acima em grande parte das três regiões. A região Norte deve ter índice de chuvas normal ou abaixo do normal para  época.

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O verão é caracterizado pela elevação da temperatura no País em função da posição relativa do sol, mais ao sul — tornando os dias mais longos que as noites e com mudanças rápidas nas condições do tempo. Os volumes acumulados de chuva variam, predominantemente, entre 500 e 900 mm.

A primavera que se encerra na madrugada de amanhã começou no dia 23 de setembro, às 4h50, e conforme esperado teve vários dias de estiagem. O agravamento da situação, em outubro, inclusive acarretou no rodízio do abastecimento de água em Sorocaba.

Quando o racionamento começou, em 6 de novembro, os níveis das represas eram críticos: 8% da capacidade nas represas Castelinho e Ferraz; 2% em Ipaneminha e 56% em Itupararanga. A chuva voltou em novembro e, se por um lado representou alívio para os níveis dos mananciais da região, também acarretou estragos em algumas cidades, como São Roque e Itu. (Da Redação)

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