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Brasil

Novo Ministro da Educação tem ligações com Sorocaba

Os pais dele formaram-se na 17ª turma da Faculdade de Medicina de Sorocaba
Abraham Weintraub, novo Ministro da Educação de Bolsonaro. Crédito da foto: Rafael Carvalho/Divulgação Casa Civil

O novo Ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem ligações com a cidade de Sorocaba. Os pais dele, Mauro Salomão Weintraub e Mariliza Bragança de Vasconcelos Weintraub, formaram-se na 17ª turma da Faculdade de Medicina de Sorocaba.

Abraham assumiu a chefia da pasta após o anúncio do presidente Jair Bolsonaro, na manhã desta segunda-feira (8), da demissão do então ministro Ricardo Vélez Rodríguez. Vélez foi alvo de críticas dentro e fora do governo e pressões diversas. O ministro enfrentava uma crise que vem desde sua posse, com disputa interna entre grupos adversários, medidas contestadas, recuos e quase 20 exonerações.
Bolsonaro informou sobre o novo chefe da pasta em sua conta no Twitter. “Abraham é doutor, professor universitário e possui ampla experiência em gestão e o conhecimento necessário para a pasta. Aproveito para agradecer ao Prof. Velez pelos serviços prestados”, escreveu o presidente.
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Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Weintraub é mestre em administração pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Executivo do mercado financeiro, atuou no grupo Votorantim e foi membro do comitê de Trading da BM&FBovespa. Em 2016, coordenou a apresentação de uma proposta alternativa de reforma da previdência social formulada pelos professores da Unifesp. Weintraub atua como secretário-executivo da Casa Civil, sob o comando de Onyx Lorenzoni.

Na sexta-feira (5) num explícito processo de “fritura pública” do auxiliar, Bolsonaro afirmou que o ministério “não estava dando certo”. “É uma pessoa bacana, honesta, mas está faltando gestão, que é uma coisa importantíssima. Vamos tirar a aliança da mão esquerda e pôr na mão direita ou na gaveta”.

Neste três meses de governo, Vélez perdeu até o apoio de seu “padrinho”, o escritor Olavo de Carvalho, influenciador do bolsonarismo. Olavo afirmou que não iria fazer nada contra Vélez, a quem chamou de “traiçoeiro”. “Mas garanto que não vou lamentar se o botarem para fora do ministério”. (Com informações de Agência Brasil e Estadão Conteúdo)

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