Brasil Covid-19

Governo federal restringe exportação de seringas e agulhas

Objetivo é atender ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, diz Ministério da Saúde
Equipe econômica vê retomada rápida com vacina
Decisão foi publicada em 31 de dezembro. Crédito da foto: Divulgação / Gov. SP

O governo federal restringiu a exportação de seringas e agulhas. A decisão foi publicada em 31 de dezembro por meio de portaria da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

O Ministério da Saúde disse, em nota emitida neste domingo (3), que pediu para interromper provisoriamente a exportação de seringas e agulhas, solicitação que foi acatada pelo Ministério da Economia. “Desta forma, a pasta garantirá os insumos necessários para, somando às necessidades habituais do SUS, viabilizar a ampliação da oferta de seringas e agulhas para atender ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19”, afirmou a Saúde.

O ministério disse ainda que estes produtos serão comprados “de forma legal pela pasta, dentro do parâmetro de preços praticados no período”. A pasta afirmou, sem detalhar, que há estoque “satisfatório” de seringas em postos de vacinação do País. “Estes insumos, inclusive, podem ser utilizados para dar início à vacinação de forma célere e segura.”

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As compras destes produtos eram feitas por Estados e municípios, mas o ministério decidiu centralizar a aquisição para atender o aumento de demanda na pandemia. “Vale destacar que a pasta busca oferecer à população brasileira uma vacina o mais cedo possível, sem descuidar da segurança e eficácia, que serão garantidas pela aprovação da Anvisa”, disse a nota.

Pela decisão da Economia, a venda destes produtos para outros países passa a exigir “licença especial de exportação de produtos para o combate à Covid-19”. Respiradores pulmonares, máscaras, luvas e outros equipamentos usados na resposta à pandemia já exigiam este tipo de aval do governo para serem exportados. (Estadão Conteúdo)

 

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