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Corpo é encontrado em carro em frente à Faculdade de Direito da UFRJ

O cadáver apresenta ferimentos causados por disparo de arma de fogo
A polícia foi acionada para atender a ocorrência. Crédito da foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

O corpo de um homem foi encontrado na tarde desta sexta-feira (26) em um carro em frente à Faculdade Nacional de Direito, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no centro do Rio de Janeiro. Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo, que apresenta ferimentos causados por disparo de arma de fogo, pertenceria a Mauricio Venâncio, de 54 anos. A corporação foi acionada às 13h13 para conferir a ocorrência. A Delegacia de Homicídios da Polícia Civil na Capital também já foi acionada e policiais estão em deslocamento para o local. O carro foi deixado na Rua Moncorvo Filho, que fica na região central do Rio de Janeiro. Nos arredores, estão pontos importantes como o Hospital Municipal Souza Aguiar, a Praça da República, o Arquivo Nacional e a Central do Brasil.

Na tarde desta sexta, foi realizada uma aula pública contra o fascismo na calçada da universidade, a poucos metros de onde o carro foi encontrado. O Centro Acadêmico Cândido de Oliveira, que representa os alunos de Direito da universidade, informou em uma nota publicada em sua página no Facebook que o fato foi percebido durante a aula.

“O Centro Acadêmico Cândido de Oliveira [Caco] vem a público prestar as informações que teve acesso, até então, sobre o ocorrido na FND: Um carro foi deixado com um corpo dentro na porta da faculdade na manhã de hoje, fato que foi percebido durante a aula pública que ocorria. Informamos que, ao que tudo indica, a pessoa dentro do carro não faz parte do corpo social da FND. Pedimos que todos mantenham a calma e procurem os diretores do Caco para qualquer questão”.

Carro roubado

Em nota, a Polícia Militar informou que o carro em que o corpo foi encontrado é roubado. O veículo é um Renault Sandero branco, de placa LSA 7216. A nota da PM narra que policiais do 5º Batalhão (Harmonia) patrulhavam a área quando foram chamados por uma equipe do Centro Presente, parceria público-privada de segurança que atua na cidade. Após acionar a Polícia Civil, responsável pela investigação, os PMs continuam preservando o local. (Vinícius Lisboa – Agência Brasil)

 

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