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Bolsonaro se reúne com comandante da Marinha do Brasil

O almirante Eduardo Bacellar não aceitou convite para ser ministro da Defesa quando foi convidado
O presidente eleito Jair Bolsonaro e o comandante da Marinha, almirante Eduardo Bacellar. Crédito da foto: Divulgação/Assessoria do presidente eleito.

O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), deixou por volta de 7h40 desta sexta-feira, dia 16, sua residência na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com assessores do presidente eleito, Bolsonaro seguiu para a sede do 1º Distrito Naval, no Centro da cidade, onde teve um encontro, durante um café da manhã, com o comandante da Marinha, o almirante Eduardo Bacellar, que chegou a ser convidado para ser o ministro da Defesa, mas reclinou por razões familiares.

“(O almirante Leal Ferreira) não se afastará do meu radar. Sempre o procurarei para que boas decisões sejam tomadas, em especial na área aqui da Marinha”, disse o presidente eleito.

Questionado sobre os futuros comandantes de Marinha, Exército e Aeronáutica, Bolsonaro disse que o tema está sendo tratado pelos generais Augusto Heleno (futuro ministro do Gabinete da Segurança Institucional) e Fernando Azevedo e Silva, futuro ministro da Defesa.

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“Não é uma escolha minha. Quem realmente vai trabalhar com os comandantes será o general Fernando. A ele cabe a grande responsabilidade de indicar. Obviamente, como é praxe em nosso meio das Forças Armadas, eles vão ouvir os atuais comandantes para escolher, não digo o melhor, porque todos os quatro estrelas são competentes e estão aptos a cumprir a missão, mas aquele que melhor se encaixa no atual cenário nacional”, completou o futuro presidente.

Por enquanto, o presidente eleito divulgou dois nomes de militares para seu governo, um para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e outro para o Ministério da Defesa.

O general da reserva Augusto Heleno que assumirá o GSI, vinculado à Presidência da República. O general Fernando Azevedo e Silva, que atuou como assessor do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, ficará com a Defesa.

Bolsonaro afirmou que o general Augusto Heleno, designado para o Gabinete de Segurança Institucional, e o general Fernando Azevedo e Silva, que assumirá o Ministério da Defesa, coordenam as conversas com os atuais comandantes para buscar a definição.

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Segundo o presidente eleito, há bons nomes de generais 4 estrelas – o oficial mais graduado nas três Forças Armadas. Em Brasília, na quarta-feira (14), Bolsonaro disse que pretende fechar todos os nomes dos novos ministros até o final deste mês. Também reiterou que quer reduzir o número de ministérios de 29 para 15 ou 17, por meio de fusões de pastas. (Agência Brasil)

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