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O que é compulsão alimentar e como tratar?

11 de Outubro de 2022 às 17:12
Senhor Tanquinho [email protected]
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A compulsão alimentar é diagnosticada quando uma pessoa tem necessidade de comer alimentos em grandes quantidades, sem estar com fome. 

 

Quem sofre com esse tipo de transtorno pode apresentar sensação de tristeza, culpa e isolamento social, reduzindo o bem-estar físico e mental. 

 

Quando o tratamento não é feito corretamente, o paciente pode agravar o quadro com doenças mais graves, como obesidade e diabetes. 

 

Os transtornos como compulsão alimentar, bulimia e anorexia atingem quase 4,7% da população em geral. Porém, podem alcançar  10% da população mais jovem, de acordo com Ministério da Saúde.

 

Mas como lidar com a compulsão alimentar? 

Quais são os melhores tipos de tratamentos? 

 

É isso que discutiremos nos próximos tópicos. Acompanhe! 

O que é compulsão alimentar?

A compulsão alimentar é alimentar, ocorre quando um indivíduo consome uma grande quantidade de comida, mesmo quando não está com fome. 

 

Durante as crises, o paciente come com agilidade, até se sentir exageradamente empanzinado. 

 

Esse comportamento, em grande parte dos casos,  gera desconforto, sentimentos de culpa e constrangimento pelo consumo de alimentos. 

 

Tal transtorno pode provocar ainda o ganho de peso, bem como, contribuir para o surgimento de outros distúrbios psicológicos (bulimia e depressão).  

 

Geralmente, a compulsão alimentar é causada  por crises de ansiedade, dietas muito restritas ou problemas hormonais. 

Quais são os principais sintomas?

  • Comer mais rápido do que o normal;
  • Prosseguir com a refeição, mesmo quando não está com fome;
  • Desejo imensurável ao comer;
  • Comer sozinho ou escondido das outras pessoas;
  • Comer alimentos estranhos como feijão cru ou um pote de manteiga;
  • Tristeza ou culpa por comer demais.

Qual o tratamento? 

O tratamento para a compulsão alimentar deve ser multidisciplinar, ou seja, conduzido por um médico, psicólogo e nutricionista. 

 

Primeiro, o psicólogo ajuda o paciente a identificar os motivos pelos quais ocorreram a compulsão alimentar.

 

Dessa forma, o profissional pode trabalhar esses pontos durante a terapia. Se houver necessidade, o médico prescreve um fármaco para auxiliar o tratamento. 

 

Também é vital recorrer a um nutricionista. Ele indicará como deve ser o consumo dos alimentos, qual a quantidade certa e quais sãos os melhores períodos do dia para fazer as refeições. 

 

Aliado ao apoio dos profissionais, o paciente também precisa fazer atividade física. Ela é importante para aliviar os sintomas da ansiedade.

 

Naturalmente,  melhora o humor e exclui o desejo incontrolável por comida. 

Quais são os riscos da compulsão alimentar?

  • Obesidade;
  • Cálculo renal quando o paciente consome muito cálcio;
  • Diminuição da capacidade respiratória; 
  • Doenças ( diabetes tipo 2, hipertensão e níveis de colesterol alto);
  • Gastrite; 
  • Hérnia de hiato;
  • Infertilidade;
  • Insuficiência cardíaca e problemas vasculares;
  • Outros distúrbios alimentares (bulimia ou anorexia);
  • Transtornos psicológicos (depressão e transtorno obsessivo compulsivo).

Como prevenir a compulsão alimentar?

  • Procure se alimentar em horários fixos, três vezes ao dia e com intervalo mínimo de 5 horas entre elas;
  • Coma com calma, mastigue mais vezes e devagar;
  • Relaxe antes de iniciar a refeição;
  • Priorize os legumes, frutas e verduras assados e cozidos no lugar de frituras;
  • Coma alimentos naturais e integrais ao invés de processados;
  • Monte pratos bem coloridos;
  • Tenha sono de qualidade;
  • Pratique exercícios físicos com regularidade;
  • Beba bastante água;
  • Capriche nas fibras alimentares.

 

Nem sempre mudar os hábitos alimentares é uma tarefa fácil. Por isso, o mais indicado é contar com o auxílio de profissionais que são referência em nutrição, como a Bettina Moritz. 

 

Atuo há mais de 17 anos, atendendo pacientes em consultório, além de compartilhar meu conhecimento como docente do curso de Pós-Graduação em Nutrição Clínica e na Pós-Graduação da Concepção à Adolescência.

 

Sou Graduada em Nutrição e Educação Física, fiz Mestrado em Nutrição e Doutorado em Neurociências. 

 

Também pós-graduada em Nutrição Funcional, Fitoterapia, Nutrição Clínica, Nutrição Ortomolecular, Fisiologia do Exercício e Nutrição Esportiva Funcional.

 

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