No Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), Vitória recebeu nota 64,28 e ficou na primeira posição entre 423 municípios avaliados. A capital capixaba ultrapassou Florianópolis, que terminou em segundo lugar, com 63,79 pontos. O levantamento considera 65 indicadores distribuídos em 13 pilares, incluindo educação, saúde, segurança, sustentabilidade fiscal, inovação, meio ambiente e dinamismo econômico.
A cidade também chamou atenção no mercado imobiliário. Segundo o Índice FipeZAP de julho de 2026, o preço médio anunciado do metro quadrado residencial em Vitória chegou a R$ 15.448. O valor colocou a capital na primeira posição nacional, apenas R$ 45 acima de Itapema, em Santa Catarina. Balneário Camboriú apareceu logo depois, com R$ 15.295 por metro quadrado.
Em setembro, os dados referentes a agosto mostraram que Vitória continuava na liderança, com o metro quadrado chegando a R$ 15.650. O índice considera preços anunciados para venda, e não necessariamente os valores finais pagos nas negociações.
A geografia ajuda a entender uma das particularidades da capital. A Prefeitura informa que o arquipélago de Vitória é composto por 33 ilhas e uma área continental, totalizando cerca de 93,38 km². A cidade é cercada pela Baía de Vitória e pelo Oceano Atlântico em parte de seu território, enquanto pontes fazem a ligação entre a área insular e o continente.
Assim, Vitória reúne dois indicadores de destaque em 2026: lidera o ranking de competitividade municipal e aparece no topo do mercado imobiliário residencial, ao mesmo tempo em que mantém uma configuração territorial marcada por ilhas e áreas continentais.









