Enquanto Maiara e Maraisa dividem fortuna de R$ 350 milhões, Marília Mendonça deixou legado ainda maior. Consolidadas entre os dez maiores faturamentos do gênero, Maiara e Maraisa administram atualmente um patrimônio milionário, com gestão que ultrapassa a receita musical e se expande para imóveis em Goiás e investimentos no agro.
A estratégia financeira elevou o valor de mercado de suas apresentações: o cachê varia entre R$ 700 mil e R$ 900 mil, cifra acertada, por exemplo, para o show de Réveillon 2026 na Avenida Paulista. O faturamento mensal, somado a publicidades e direitos autorais, sustenta custos de mansões e logística aérea privada, incluindo jatinho particular.
A principal residência das cantoras fica no Residencial Aldeia do Vale, em Goiânia, mesmo condomínio de outros nomes da música nacional. Avaliada em cerca de R$ 7 milhões, a propriedade tem 870 m² construídos em terreno de 7.000 m², com lago interno, estufa, pomar, quadra, piscina com jacuzzi, sala de cinema e academia.
Recentemente, Maiara adquiriu apartamento no Kingdom Park Residence, edifício residencial mais alto do Centro-Oeste, com 482 m² e valor próximo a R$ 10 milhões. No rural, a dupla mantém a Fazenda Medeiros, em Goiás, com terra nua avaliada em aproximadamente R$ 4 milhões, operando na criação de gado como ativo financeiro e refúgio.

Já Marília Mendonça construiu patrimônio estimado em R$ 500 milhões ao longo de dez anos de carreira, valor integralmente destinado ao filho Léo, seu único herdeiro natural. Por ser menor de idade, a gestão dos bens e a prestação de contas judicial ficam sob tutela da avó materna, Dona Ruth, enquanto o inventário segue em andamento na Justiça de Goiânia.
Léo tem direito a 60% dos royalties das 335 músicas registradas da mãe, com arrecadação garantida até 2092, além de lucros de futuros filmes e documentários. O pai, Murilo Huff, acionou a Justiça por guarda unilateral do menino, gerando debate sobre acompanhamento financeiro dos gastos, mas abriu mão da tutela dos bens.









