Famílias brasileiras que integram o Bolsa Família contarão, a partir de outubro, com novos valores nos repasses complementares do programa. O Governo Federal confirmou um reajuste de 15,04%, que elevará o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691 e também atualizará os valores pagos de acordo com a composição de cada família.
Com a mudança, os adicionais poderão representar uma parcela importante do pagamento mensal. O valor destinado a cada integrante da família passará de R$ 142 para R$ 164, enquanto os benefícios relacionados à idade e à situação dos dependentes também serão reajustados.
Novos valores dos pagamentos complementares
O Benefício Primeira Infância, destinado às famílias com crianças de até sete anos de idade, passará de R$ 150 para R$ 173 por criança. O valor é acrescentado ao pagamento conforme a composição familiar.
Já o benefício destinado a gestantes, lactantes e integrantes da família com idade entre 7 e 18 anos passará de R$ 50 para R$ 58 por pessoa.
Dessa forma, uma família com mais de uma criança dentro da faixa do Benefício Primeira Infância poderá acumular os adicionais. Uma casa com duas crianças elegíveis, por exemplo, terá R$ 346 somente nessa parcela complementar.
Quando os novos valores começam a ser pagos?
Os pagamentos de setembro seguem os valores anteriores, já que o reajuste não será aplicado retroativamente. A atualização começa na folha de outubro, com os primeiros depósitos previstos para 19 de outubro, conforme o calendário do Bolsa Família e o final do NIS.
O Governo Federal estima que cerca de 19 milhões de famílias serão alcançadas pela atualização. O benefício médio também deverá subir, passando de aproximadamente R$ 675 para R$ 777.
Para continuar recebendo o programa, as famílias precisam manter o Cadastro Único atualizado e cumprir as condicionalidades de saúde e educação previstas para os beneficiários.









