A Receita Federal libera nesta segunda-feira, 31 de agosto, o quarto lote da restituição do Imposto de Renda 2026. Ao todo, 521.935 contribuintes serão contemplados, incluindo pessoas com prioridade legal e cidadãos com valores residuais de declarações anteriores.
O pagamento soma R$ 1,238 bilhão e encerra o calendário regular de restituições previsto para este ano. O primeiro lote foi depositado em 29 de maio, seguido pelo segundo em 30 de junho e pelo terceiro em 31 de julho. Agora, chega a vez do quarto lote.
Quem recebe no quarto lote
Entre os contemplados estão 16.850 contribuintes com mais de 80 anos e 86.873 pessoas entre 60 e 79 anos. Também foram incluídos 9.029 cidadãos com deficiência ou doença grave. Professores representam outros 26.769 beneficiários.
A maior parte do lote corresponde a 338.912 contribuintes que receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e/ou escolherem o Pix como forma de recebimento. Outros 43.502 contribuintes sem prioridade também foram incluídos nesta etapa.
Para descobrir se está entre os beneficiados, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal. Na área “Meu Imposto de Renda”, basta selecionar a opção “Consultar a Restituição”. O serviço permite verificar a situação do pagamento e da declaração.

Consulta também revela pendências
A consulta pode indicar se a declaração foi processada normalmente ou se existem inconsistências que levaram o documento à malha fina. Para uma análise mais detalhada, o contribuinte pode acessar o e-CAC utilizando uma conta Gov.br de nível prata ou ouro.
Caso seja encontrada alguma divergência, o sistema informa qual dado precisa ser corrigido. Se o erro tiver sido cometido pelo próprio contribuinte, é possível enviar uma declaração retificadora. Quando a inconsistência pertence à fonte pagadora, pode ser necessário aguardar a correção.
A Receita também reforça que a restituição somente é depositada em conta bancária pertencente ao próprio contribuinte. Se houver erro nos dados bancários ou problema na conta, o crédito não será realizado. Nesse caso, o Banco do Brasil permite reagendar o pagamento pelo prazo de até um ano.









