O Brasil conquistou a 5ª posição entre os melhores destinos globais para estrangeiros, superando nações com tradição em imigração. O levantamento Expat Insider 2026, realizado pela comunidade InterNations e divulgado na segunda-feira, 17, destaca a ascensão brasileira no cenário internacional.
A nova colocação representa um salto expressivo em relação à 15ª posição ocupada anteriormente pelos brasileiros no Ranking. A avaliação considerou critérios como qualidade de vida, trabalho, finanças pessoais e a facilidade de adaptação dos imigrantes em 31 diferentes nações avaliadas.
O papel do acolhimento local: Brasil
O Brasil superou destinos consolidados como Espanha, Singapura, Portugal e Luxemburgo nesta edição da pesquisa. Os estrangeiros que vivem no país apontaram como pontos positivos a felicidade. A cordialidade da população local, a cultura e a facilidade de acomodação no dia a dia.
São Paulo figura entre as recomendações frequentes dos expatriados devido à ampla oferta de lazer e cultura disponível. A capital paulista oferece sugestões diversas que variam entre bares. E padarias da Vila Madalena e Bela Vista até atividades ao ar livre no Parque do Ibirapuera.
Liderança e outros destaques
O Panamá garantiu o primeiro lugar pelo terceiro ano consecutivo, com foco em trabalho e finanças pessoais. O México, segundo colocado, liderou o índice de facilidade de adaptação cultural, enquanto a Tailândia. Em terceiro, apresentou o maior nível de satisfação pessoal entre os estrangeiros entrevistados.
Os Emirados Árabes Unidos completam o grupo dos quatro melhores países, com avaliações positivas em perspectivas profissionais. O desempenho brasileiro no topo da lista reflete como a sensação de pertencimento e o acolhimento humano influenciam diretamente a escolha de estrangeiros que buscam viver em novos territórios.
O Ranking divulgado em 17 de agosto consolida uma tendência observada na escolha de expatriados por nações com custo de vida atrativo. A facilidade para encontrar moradia e a agilidade em serviços digitais também figuram como necessidades básicas que impactam o posicionamento dos países na lista final da InterNations.









