O atacante Renê vive uma ascensão meteórica após marcar dois gols na goleada de 4 a 0 do Vitória sobre o Athletico-PR. O jogador de 22 anos, que atuava na Série D no ano anterior. Lidera a artilharia da Copa do Brasil com seis gols anotados.
Essa trajetória de sucesso começou longe dos grandes estádios, em um clube Cearense fundado a partir de torneios internos entre funcionários de uma rede de farmácias. O time, chamado Grêmio Recreativo Pague Menos em 2011, tornou-se a primeira SAF do Ceará em 2022 e passou a se chamar Tirol.
A trajetória de evolução do atacante: artilheiro
A carreira de Renê ganhou impulso real no São José, onde marcou 21 gols e atuou 78 jogos. Apesar do destaque individual, o atleta enfrentou um rebaixamento para a Série D, o que impulsionou sua transferência para a Portuguesa ainda no fim do ano passado.
O salto definitivo ocorreu em 2026, quando o atacante brilhou na Quarta Divisão e chamou a atenção de clubes da elite. O Vitória venceu a concorrência do Corinthians e garantiu o reforço, pagando R$ 700 mil pelo empréstimo e posteriormente exercendo a compra em definitivo.
O investimento e o impacto no Vitória
Para contar com o atacante até o meio de 2029, a diretoria rubro-negra desembolsou 1 milhão de euros. Equivalente a R$ 5,8 milhões na cotação da época, por metade dos direitos econômicos. Somando os valores, o custo total da operação para o clube baiano chegou a aproximadamente R$ 6,5 milhões.
Com 12 gols marcados pelo clube nesta temporada, Renê superou a concorrência de Renato Kayzer e conquistou a titularidade absoluta na equipe. O jogador encerrou um jejum pessoal de seis jogos sem marcar justamente no confronto decisivo que garantiu a vaga nas quartas de final.









