Inglaterra e Argentina fizeram a segunda semifinal da Copa do Mundo, na última quarta-feira (15). Porém, um detalhe horas antes da partida chamou a atenção. A Fifa aceitou um pedido da Associação do Futebol Argentino (AFA) que permitiU aos sul-americanos entrarem em campo com o tradicional uniforme azul, utilizado como segundo uniforme da seleção.
De acordo com o jornal espanhol As, a solicitação foi feita pela AFA a menos de 48 horas do confronto e recebeu o aval da entidade máxima do futebol.
A escolha da camisa não foi por acaso: ela remete ao histórico duelo entre Argentina e Inglaterra nas quartas de final da Copa do Mundo de 1986, quando Diego Maradona marcou dois gols na vitória por 2 a 1, incluindo o emblemático lance conhecido como “A Mão de Deus”.
Argentina encara a Inglaterra de camisa azul 40 anos após 'La Mano de Dios'
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) July 13, 2026
A seleção argentina vai encarar os ingleses pela semifinal da Copa do Mundo com combinação de uniforme parecida à que usou contra os ingleses no icônico jogo das quartas de final da edição de 1986,… pic.twitter.com/eAWwW2elUY
Já a Seleção do Haiti, teve o uniforme vetado pela entidade
Poucos dias antes de estrear na Copa do Mundo de 2026, a seleção do Haiti precisou lidar com um contratempo fora das quatro linhas. A Fifa vetou o uniforme que a equipe utilizaria no torneio e exigiu mudanças às pressas, obrigando a delegação a alterar a camisa antes do primeiro jogo.
A decisão da entidade foi motivada por uma pequena ilustração localizada próxima ao quadril direito do uniforme. O desenho retratava silhuetas de combatentes erguendo a bandeira do Haiti, em referência à histórica Batalha de Vertières, travada em 1803 e considerada o marco da independência do país.
Segundo a Fifa, a imagem poderia ser interpretada como uma manifestação de caráter político, o que contraria as regras da entidade para uniformes em competições oficiais. Por isso, a federação determinou que o detalhe fosse retirado da camisa.
Responsável pela fabricação do uniforme, a empresa colombiana Saeta rebateu a interpretação da Fifa. A fornecedora afirmou que a ilustração não possuía qualquer conotação política, mas sim o objetivo de homenagear homens e mulheres que contribuíram para a construção da história e do futuro do Haiti.









