Galvão Bueno foi um grande reforço do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) para a Copa do Mundo. O histórico narrador foi contratado pela emissora para ser o principal nome das transmissões do Mundial e uma das maiores estrelas do departamento esportivo do canal.
De acordo com informações do portal RD1, Galvão recebe entre R$ 1 milhão e R$ 1,2 milhão pelo período total do contrato durante o Mundial. O valor corresponde a todo o vínculo com a emissora, e não a um pagamento mensal.
Apesar de a quantia ser inferior aos valores que o narrador recebia durante sua passagem pela Globo, o acordo com o SBT possui outros atrativos. Um dos principais pontos envolveu a N Sports, empresa da qual Galvão é sócio e que poderá explorar oportunidades comerciais relacionadas ao torneio.
Com campanhas publicitárias, ações de marketing e projetos de mídia ligados à Copa do Mundo, o narrador teve a possibilidade de aumentar seus rendimentos além do salário fixo. O contrato com o SBT previu sua participação exclusiva nas partidas da Seleção Brasileira, como aconteceu de fato.
Galvão Bueno investe em vinhos, azeite e pecuária
Galvão Bueno construiu uma trajetória empresarial de destaque. O narrador é proprietário da Bueno Wines, marca de vinhos produzidos na região da Campanha Gaúcha, no Rio Grande do Sul. A empresa trabalha com rótulos de vinhos tintos, brancos e espumantes, além de colecionar premiações no mercado nacional.

O comunicador também investe no segmento de azeites com a marca Bueno Az 0.2, produzido a partir de azeitonas de alta qualidade. As oliveiras foram plantadas em 2016 e fazem parte de um setor que vem ganhando espaço na produção agrícola do Sul do Brasil.
No agronegócio, Galvão ainda mantém propriedades rurais no Rio Grande do Sul e no Paraná voltadas à criação de gado das raças Angus e Hereford. As fazendas trabalham com melhoramento genético e reforçam o lado empreendedor do narrador, que ampliou sua atuação para além das transmissões esportivas.









