O Fluminense garantiu uma nova compensação financeira envolvendo o atacante Lelê. O Pafos, do Chipre, decidiu prolongar o empréstimo do jogador por mais uma temporada, mantendo o brasileiro no elenco até meados de 2027. Com a definição, o clube carioca receberá algo em torno de 200 mil euros (cerca de R$ 1,2 milhão na cotação atual) pela renovação do vínculo.
A equipe cipriota tinha a possibilidade de exercer a opção de compra fixada em aproximadamente 1 milhão de euros, o equivalente a R$ 5,8 milhões. No entanto, a diretoria optou por adiar um investimento definitivo e seguir avaliando o desempenho do atacante antes de tomar uma decisão sobre sua compra.

Lelê já retomou os treinamentos com o elenco do Pafos e participará de uma temporada importante para o clube. Além das disputas nacionais, a equipe também terá pela frente a Liga Europa, competição que aumenta a visibilidade dos atletas e pode valorizar ainda mais o atacante durante o período de empréstimo. Enquanto isso, outro tema movimenta os bastidores do futebol brasileiro.
Fluminense pode ganhar ainda mais dinheiro com Lelê
O Flamengo encaminhou à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) um novo documento propondo mudanças estruturais para as Séries A e B. Entre os principais pedidos está a proibição do uso de gramados sintéticos, atualmente presentes em estádios de equipes como Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras.
A proposta rubro-negra prevê a adoção de gramados naturais híbridos em todos os estádios das duas principais divisões nacionais, além de critérios técnicos relacionados à altura da grama, tração do campo e inspeções antes das partidas. O documento também sugere melhorias em infraestrutura, como iluminação em padrão LED, conexão wi-fi e zonas mistas inspiradas nos modelos utilizados pela Uefa.









