A Copa do Mundo voltou a colocar o nome de Pep Guardiola no centro das atenções. Desta vez, o treinador espanhol passou a ser apontado como um possível alvo da seleção de Marrocos. Durante transmissão da CazéTV, jornalistas citaram o interesse da federação marroquina no ex-comandante do Manchester City, além da possibilidade de um salário de R$ 11,4 milhões por mês.
Esse valor, inclusive, supera os cerca de R$ 5,3 milhões recebidos por Carlo Ancelotti à frente da Seleção Brasileira. Apesar da repercussão, não existe qualquer confirmação oficial sobre negociações entre Guardiola e a Federação Real Marroquina de Futebol. O assunto ganhou força em razão do crescimento do futebol do país africano, que investiu em infraestrutura, revelou talentos e passou a competir em alto nível contra seleções tradicionais.

Outro fator que reduz a chance de uma mudança imediata é a situação da comissão técnica atual. Mohamed Ouahbi segue no comando da seleção marroquina e possui contrato válido até 2030. Dessa forma, qualquer especulação envolvendo Guardiola depende de uma eventual mudança de cenário, algo que, até o momento, não foi sinalizado pela federação.
Guardiola não tem negociações para comandar Marrocos
Caso aceite uma seleção no futuro, essa será uma experiência inédita para Guardiola. Ao longo de sua carreira, o técnico trabalhou exclusivamente em clubes e construiu uma trajetória vitoriosa, seja no Barcelona, no Bayern de Munique e, mais recentemente, no Manchester City, time pelo qual trabalhou até o fim da última temporada europeia.
Em diversas entrevistas, Guardiola já admitiu que gostaria de disputar uma Copa do Mundo ou uma Eurocopa como treinador, o que mantém aberta a possibilidade de assumir uma seleção nacional em algum momento. No entanto, até agora, a ligação com Marrocos permanece apenas no campo das especulações e o comandante segue livre no mercado.





