A Chapecoense foi expulso da Copa Libertadores em uma situação que o Flamengo pode reviver em 2026. A sanção ao Verdão foi aplicada pela Conmebol em 23 de maio de 2017.
Naquela ocasião, o jogador, que já estava suspenso por três partidas, atuou contra o Lanús, da Argentina, na fase de grupos. O caso resultou na reversão da vitória do time em campo, impactando drasticamente sua posição na tabela.
O precedente da Chapecoense na disputa da Libertadores em 2017
A Conmebol agiu com rigor ao reverter o placar de 2 a 1 para uma derrota de 3 a 0 a favor do Lanús. Essa penalidade fez com que o time caísse para a última colocação do Grupo 7, eliminando as chances de avançar à fase eliminatória da competição continental.
A suspensão de Luiz Otávio havia sido imposta após sua expulsão em um jogo anterior, contra o Nacional do Uruguai. A decisão de relacioná-lo e colocá-lo em campo, mesmo ciente da punição, levou à dura medida disciplinar por parte da entidade sul-americana.
Flamengo e Estudiantes: um caso nos tribunais
Um cenário semelhante pode surgir em 2026, com o Flamengo buscando a eliminação do Estudiantes da Libertadores. A diferença, neste caso, é que a decisão dependerá de um julgamento nos tribunais desportivos, e não de um resultado direto em campo.
O Estudiantes foi alvo de um protesto enviado pelo Flamengo à Conmebol, que questiona a participação do zagueiro Marcos Rojo no duelo da volta pela semifinal. Após o veto inicial da Conmebol à participação do atleta, a equipe argentina buscou o auxílio jurídico do Tribunal Arbitral do Esporte (CAS/TAS).
Uma liminar do CAS/TAS permitiu que Marcos Rojo atuasse no Maracanã. O próprio tribunal, no entanto, alertou que a autorização provisória não assegurava imunidade contra futuras penalidades desportivas, deixando a decisão final incerta.









