O reajuste do Bolsa Família começou a valer em outubro de 2026 e mudou os valores pagos às famílias inscritas no programa. Com a correção de 15,04%, o benefício mínimo passou de R$ 600 para R$ 691, enquanto a média estimada subiu de R$ 675 para R$ 777. No entanto, o valor recebido por cada família depende da quantidade de integrantes e dos adicionais a que tem direito.
Para descobrir quanto será depositado, o beneficiário pode consultar o aplicativo oficial do Bolsa Família, disponível para celulares Android e iPhone. Depois de instalar o aplicativo correto, desenvolvido pela Caixa Econômica Federal, basta acessar a conta para verificar a situação do benefício, as parcelas liberadas e os valores previstos para o pagamento.
Outra opção é consultar o Caixa Tem, que permite acompanhar informações sobre os pagamentos. Também é possível buscar orientação pelos canais oficiais: o telefone 111, da Caixa, presta informações sobre pagamentos, enquanto o Disque Social 121 atende dúvidas relacionadas às regras e aos cadastros do programa.

Quais valores mudaram com o reajuste?
A atualização também alcançou os benefícios adicionais. A parcela de Renda de Cidadania, calculada por integrante da família, passou de R$ 142 para R$ 164. Já o Benefício Primeira Infância subiu de R$ 150 para R$ 173 por criança com idade inferior a sete anos.
O Benefício Variável Familiar aumentou de R$ 50 para R$ 58 por integrante que se enquadre nos critérios, como gestantes, nutrizes e crianças ou adolescentes de sete a 18 anos incompletos. Além disso, o Benefício Complementar garante que a soma das parcelas não fique abaixo do piso de R$ 691.
Por isso, não basta aplicar o percentual de reajuste sobre o valor que a família recebia anteriormente para descobrir a nova quantia. A composição familiar e os adicionais concedidos influenciam o cálculo final. A consulta nos aplicativos oficiais é a maneira mais direta de conferir o valor individual atualizado.









