Os adicionais do Bolsa Família também ficam mais altos a partir de 19 de outubro, quando começa o pagamento da folha de outubro com os valores reajustados. Além do piso mínimo de R$ 691, as famílias podem receber acréscimos conforme a composição do grupo familiar, o que faz o total variar de uma casa para outra.
O Benefício de Renda de Cidadania passa de R$ 142 para R$ 164 por integrante da família. Já o Benefício Primeira Infância sobe de R$ 150 para R$ 173 por criança de até seis anos. O Benefício Variável Familiar, destinado a gestantes, nutrizes e crianças ou adolescentes de 7 a 18 anos incompletos, passa de R$ 50 para R$ 58 por pessoa elegível.
O reajuste foi de 15,04%, percentual aplicado tanto ao valor mínimo quanto às parcelas adicionais do programa. Com a atualização, o benefício médio estimado sobe de R$ 675 para R$ 777. Os pagamentos começam na segunda-feira (19), para beneficiários com NIS terminado em 1, e seguem até 30 de outubro, conforme o último dígito do NIS.
Na prática, uma família com duas crianças pequenas, por exemplo, pode receber R$ 346 apenas pelo adicional da primeira infância, além dos valores por integrante e do complemento necessário para atingir o piso de R$ 691. O valor final depende da quantidade de membros, da presença de crianças, adolescentes, gestantes ou nutrizes e do cumprimento das regras do programa.
Todas as famílias recebem o valor reajustado em outubro?
Todas as famílias que continuam ativas no Bolsa Família começam a receber os valores reajustados já na folha de outubro, cujos pagamentos começam em 19 de outubro e seguem até o dia 30, conforme o final do NIS.
O reajuste de 15,04% é aplicado às parcelas do programa, incluindo o valor por integrante e os adicionais por crianças, gestantes e nutrizes. Ainda assim, o total recebido não é igual para todos, ele varia conforme o número de membros da família e os benefícios a que cada grupo tem direito.









