Um motorista de aplicativo que não tinha o hábito de conferir se os passageiros colocavam o cinto de segurança acabou descobrindo durante uma blitz que o descuido custa caro. A infração pode resultar em multa de R$ 195,23, 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retenção do veículo até que a situação seja regularizada.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), deixar de usar o cinto de segurança é uma infração grave. A regra vale para todos os ocupantes do veículo, tanto no banco dianteiro quanto no traseiro, e a responsabilidade legal pela infração é atribuída ao condutor.
Isso significa que o motorista não pode simplesmente transferir a multa ou os pontos da carteira para o passageiro que se recusou a colocar o equipamento. Por esse motivo, quem trabalha com transporte de passageiros precisa orientar todos os ocupantes antes de iniciar a viagem e não seguir enquanto alguém estiver sem o cinto.
O detalhe é que percursos curtos também exigem o uso do equipamento. Mesmo que o destino esteja a poucos minutos de distância, a obrigatoriedade continua valendo, e uma fiscalização pode identificar a irregularidade durante o trajeto.
Além da consequência financeira, o cinto é essencial para reduzir o risco de ferimentos em colisões e freadas bruscas. No banco traseiro, a ausência do equipamento também coloca em perigo o próprio passageiro e os demais ocupantes, já que o impacto pode projetar o corpo para a frente.
Por isso, conferir se todos estão usando o cinto antes de sair é uma medida simples que ajuda a evitar multas e torna o transporte mais seguro. Para o motorista profissional, esse cuidado também faz parte da responsabilidade de conduzir o veículo dentro das regras de trânsito.









