A saída do técnico Léo Condé custará R$ 1,2 milhão ao Remo, segundo informações do DOL de fontes internas do Clube. O ex-treinador terá o montante quitado de forma parcelada, e o valor equivale a dois salários que ele recebia no clube.
Com este novo encargo, o Remo eleva para R$ 2,65 milhões seu desembolso com indenizações e acertos de técnicos em cerca de nove meses. Desembolsado foi o maior valor com a saída do colombiano Juan Carlos Osório, também desligado do Clube em 2026.
Custos de rescisões e a trajetória de Condé
Em março de 2026, o Remo liquidou R$ 1.447.265,95 para Juan Carlos Osório, encerrando suas obrigações contratuais via acordo judicial. Já Léo Condé permaneceu à frente da equipe por 30 partidas, com um histórico de oito vitórias, sete empates e 15 derrotas.
O anúncio oficial da saída de Condé aconteceu em 15 de setembro, adicionando R$ 1,2 milhão aos custos. Essa quantia, somada aos valores referentes à rescisão de Osório, faz com que os acordos e desligamentos de treinadores totalizem R$ 2.647.265,95 entre janeiro e setembro de 2026.
Novo comando e calendário do Remo
Logo após a saída de Léo Condé, Thiago Carpini foi anunciado como novo substituto para a sequência da temporada. A alteração no comando do Remo, cujo salário do novo treinador não foi revelado, representa um gasto extra antes do término do ano futebolístico.
O Campeonato Brasileiro, única competição que o Clube disputa até o fim de 2026, encontra-se paralisado devido aos compromissos de seleções na Data Fifa. O próximo confronto do Leão Azul está agendado para a quarta-feira (7), às 19h30, contra o Grêmio, no Estádio Olímpico do Pará, o Mangueirão.









