UNISO CIÊNCIA


Uniso recebe Marcelo Munhoz para palestra sobre as atividades brasileiras no LHC




O professor Marcelo Gameiro Munhoz, da Universidade de São Paulo (USP), estará na Uniso mais uma vez nesta sexta-feira (6/4), para palestra sobre as atividades brasileiras no LHC, o maior e mais poderoso colisor de partículas em operação em todo o mundo, localizado na fronteira entre a Suíça e a França. O LHC (sigla inglesa para Grande Colisor de Hádrons) é reconhecidamente uma das maiores empreitadas científicas da humanidade.

Esta é a segunda edição da palestra que a Uniso recebe, a convite do GpexDC-Uniso, o Grupo de produção experimental em Divulgação Científica. Por meio de uma parceria da Universidade com a Rede Nacional de Física de Altas Energias (Renafae), o grupo divulga a participação brasileira em pesquisas realizadas no LHC.

O evento é indicado aos interessados em Física de altas energias, CT&I (Ciência, Tecnologia e Inovação) em geral, instrumentação e jornalismo científico. As vagas são limitadas e a participação é aberta a toda a comunidade.
 
Data: 06/04, sexta-feira, a partir das 8h15
Local: Anfiteatro da Biblioteca, Cidade Universitária “Professor Aldo Vannucchi”
Vagas limitadas

Para confirmar a presença, inscreva-se: clique aqui

Para conferir a primeira edição da palestra, em 2017: https://goo.gl/gA9aPU

Para saber mais sobre o GpexDC-Uniso: https://goo.gl/uDqjfm





Pichações nas escolas sob o olhar da educação ambiental libertária




Pichações. Essas manifestações urbanas, encontradas em todos os cantos do mundo, principalmente nas grandes cidades, e que — para muitos não passam de sujeira — são um tipo de arte: do tipo subversiva, desagregadora da “arte vigente”, e representam atos políticos, revolucionários e de desafio ao sistema instituído. Isso é o que conclui o pesquisador Rodrigo Barchi, que, em 2006, estudou essa manifestação cultural em ambiente escolar em sua dissertação “As pichações nas escolas: uma análise sob a possibilidade de uma educação ambiental libertária”.

Barchi, que é formado em Geografia, mestre e doutor em Educação e, atualmente, é Coordenador do curso de Geografia da Universidade de Sorocaba (Uniso), faz um amplo levantamento teórico e de debate, em sua dissertação, sobre a educação, a ecologia e o anarquismo. Foge do senso comum, que acha a pichação como coisa de bandido, de marginal ou de quem não tem o que fazer.

Logo nos capítulos iniciais do trabalho, Barchi fala dos punks, do movimento holandês de contracultura Provos, e tantos outros movimentos mundo afora que lutam contra o status quo e, então, defende o posicionamento libertário. “Libertários que lutam contra o controle do Estado, das religiões, do patriarcalismo, dos racismos, machismos e homofobias; das grandes corporações transnacionais capitalistas; enfim, contra toda uma gama de desigualdades e opressões. E essa luta vai dar-se em forma de ação direta, de arte, de música, de literatura, de prática pedagógica cotidiana”, define.

O autor diferencia a pichação do grafite, que, apesar de terem a mesma origem, são manifestações culturais com diferentes aceitações pela sociedade. A primeira — com formatos de letras e rabiscos de difícil compreensão — é abolida socialmente, e a segunda — com desenhos e plástica mais próxima à arte vigente — é aceita pela sociedade, tendo como um dos propósitos o de cobrir a pichação.

Barchi discute se a pichação não representa outra coisa, além de ser sinônimo de sujeira, poluição e crime. “Podem as pichações nas escolas ser observadas ou entendidas a partir de um outro enfoque a não ser aqueles que as considerem em sua representatividade negativa e nociva?”, questiona.
 
Debate a pichação como possibilidade de arte e, depois, como lugar de intervenção política, “no sentido de resistência às relações de poder hegemônicas, cuja ação se dá de modo nômade, descentralizado, que não quer a assimilação e, por isso mesmo, pretende o anonimato.”

Cita o filósofo e sociólogo polonês Zygmunt Bauman para dissociar a pichação da sujeira. “Bauman afirma que a intervenção humana não suja a natureza e sim, insere na natureza o que é puro e o que é imundo; é ela que torna parte do mundo natural limpo ou sujo. O que é o oposto do limpo — o sujo, o imundo ou os agentes poluidores (no caso aqui, os pichadores) — são coisas que estão fora do lugar. Não são as características das coisas que as tornam sujeira, e sim, o seu contexto e principalmente a sua localização”, diz. E cita o exemplo: “É o caso do dono de uma propriedade pichada que sairia enraivecido atrás do pichador, o que provavelmente não ocorreria se ele visse uma casa abandonada sendo pichada. Bauman, então, cita o sapato que impecavelmente engraxado e limpo vai tornar-se sujo ao ser colocado sobre uma mesa de jantar.”

Para Barchi, as pichações “não se incluem no projeto de ordem da sociedade, pois elas desarrumam uma hierarquia estrita, concebem o improvável. Destroem o meio regular, estável e limpo das pessoas. Inserem o estranho, desrespeitam a lei e criam novos significados a partir da sujeira. Aliás, abrem a possibilidade de modificação do próprio conceito de sujeira.”

O pesquisador afirma que, ao não se adequarem ao modelo de limpeza instituído pela sociedade, por não terem, talvez, uma estética tão bela e harmonizada, as pichações “tornam-se alvo de determinadas noções de educação ambiental. Pode-se aqui, então, sob uma perspectiva libertária, considerar que as pichações não foram transformadas em sujeira, poluição e, consequentemente, crime ambiental, necessariamente por trazer danos reais à saúde e ao equilíbrio ecológico de determinado local. Ao contrário de moscas, baratas e camundongos, cuja nocividade no cotidiano é aparentemente comprovada pela ciência — devido às mais diversas doenças que esses seres disseminam — as pichações, tratadas da mesma maneira, até agora não demonstraram nenhuma possibilidade de causar chagas físicas aos seres humanos.”

POSSIBILIDADE DE ARTE
Para ligar as pichações ao conceito de arte, Barchi recorre ao filósofo colombiano Armando Silva, que vê no fato dos pichadores subirem em prédios, pontes e parapeitos já como algo próximo a uma arte circense. Cita o filósofo e político italiano Gianni Vattimo, que define que o êxito da arte consiste fundamentalmente em tornar problemático o âmbito de valores das qualidades estéticas e pôr em discussão o estatuto da arte, seja em forma direta ou indireta. Barchi soma a isso o entendimento do escritor George Woodcock, que trata do anarquismo como algo que está sempre morrendo em determinados espaços e tempos, para ressurgir em outros, com significados diferentes que não são prontamente assimilados. “É possível afirmar, então, usando a afirmação de Vattimo, que as pichações são arte, sim, já que estão sempre fora dos limites tradicionais. O espaço da pichação são as paredes, as carteiras, as placas de trânsito e não mais os museus, galerias e coleções — o que a diferencia bastante em relação ao grafite.”

Barchi diz que não interessa à pichação “mover-se como linha de frente, pois realmente aí seria exterminada em sua proposta como arte — como ocorre com as grandes exposições de grafiteiros para as grandes galerias ou que são obrigados a produzir grafites para coleções de marcas de tênis, calças, camisas e perfumes. Os pichadores agem na noite, dão importância ao suporte, portanto, ao local. Não estão preocupados em mudar a concepção de arte do mundo e, sim, querem transformar o significado de onde picham e colam seus adesivos.”

ATO POLÍTICO
Para Barchi, a pichação é uma intervenção política “pois obriga uma reação do responsável pelo imóvel pichado. Sejam os donos de uma casa, que saem correndo atrás dos pichadores ou chamam a polícia, ou o próprio Estado, que não pode permitir que seu patrimônio público, as suas posses e seus domínios tenham sido maculados. Principalmente nas escolas, que são os espaços nos quais os sentidos de limpeza e crime são bem estabelecidos desde os primeiros anos do processo educativo.”
 
“Talvez possamos observar as pichações como (o filósofo Gilles) Deleuze e (Félix) Guattari observaram a Pantera Cor-de-Rosa, como quem quer pintar o mundo com a sua cor. No caso da Pantera, o rosa sobre o rosa. No caso dos pichadores, a poluição sobre a poluição, a pichação sobre a cidade, de forma a tornar a própria pichação imperceptível, mas, mesmo assim, existente como ação política, seja como ruptura, seja como uma evolução que não se quer como algo que imite ou reproduza o mundo e, sim, que se comunique, que se conecte, que crie e recrie o mundo a sua própria maneira”, finaliza.

Texto produzido com base na dissertação “As pichações nas escolas: uma análise sob a possibilidade de uma educação ambiental libertária”, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba (Uniso), elaborada sob orientação do professor doutor Marcos Antônio dos Santos Reigota e aprovada em agosto de 2006. Acesse a pesquisa: https://goo.gl/J7d22N


Publicações do blog - projeto Uniso Ciência:

Apresentação - Uniso Ciência divulga temas do universo da pesquisa

Obesidade pode também estar associada ao uso de antibióticos

Uniso lança processo seletivo para Pós-Graduação

Estudo avalia ensino de Ciências e pesquisadora cria caixa com propostas de atividades

Uniso realiza evento que debate formação acadêmica e profissional

Enxofre, Fósforo e Cloro são alguns dos elementos encontrados na saliva de fumantes

Mestrado em Comunicação e Cultura orienta elaboração de projetos de pesquisa

Leitores podem escolher temas do Uniso Ciência

Uniso recebe palestra sobre o LHC, o maior e mais poderoso acelerador de partículas do mundo

Pesquisa de professora da Uniso vence Prêmio Top Ciência da BASF

Projeto Uniso Ciência lança segunda edição no Cruzeiro do Sul

Uniso é a sétima universidade do País em ranking de pesquisa

Shiitake é recomendado como opção de suplemento alimentar

Uniso firma parceria com organização nacional para divulgação científica

Através do espelho e o que nós encontramos por lá: o inverso da matéria

Leitores podem escolher temas do Uniso Ciência

Estudo comprova que é possível utilizar dois tipos de lodo na fabricação de tijolos ecológicos





Estudo comprova que é possível utilizar dois tipos de lodo na fabricação de tijolos ecológicos




Tentar reduzir os custos de produção do setor de reciclagem de materiais e ajudar o meio ambiente com a redução da extração de argila. Esse foi o objetivo do matemático e tecnólogo em Processo de Produção Odirlei Amaro Ferreira, que estudou o uso de lodo como complementação na produção de tijolos ecológicos, em seu mestrado desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Processos Tecnológicos e Ambientais da Universidade de Sorocaba (Uniso).

Depois de trabalhar alguns anos em uma empresa que comprava as aparas de plásticos e transformava em produtos, Ferreira percebeu que o setor de reciclagem, que trabalha com margens muito pequenas de lucros, acabava tendo um custo ainda maior por ter de tratar a sujeira impregnada nas aparas de polímeros de polietileno oriundos do processo de reciclagem. Ele, então, decidiu estudar a caracterização físico-química desse resíduo após ser lavado e, melhor ainda, adicionar esse lodo resultante na argila para a confecção de tijolos. Isso possibilitaria um lucro extra ao setor e contribuiria imensamente com o meio ambiente.

Ferreira conta que as empresas que fazem a transformação das aparas de polímeros em materiais de valores de baixo custo são responsáveis, de acordo com as normas ambientais, também pelo tratamento da sujeira liberada pelas aparas, após a lavagem. Isso acaba encarecendo demais o setor, que é imenso e produz muito no Brasil. A sacola plástica é um desses produtos fabricados. “Conforme dados da Abiplast de 2015, a produção mundial de resinas termoplásticas foi de 260 milhões de toneladas, sendo que o Brasil é responsável por 6,3 milhões de toneladas ou 2,4% de toda a produção mundial. Atualmente, o Brasil é o país da América Latina com maior participação na produção e consumo de plásticos, cujo consumo per capita de plástico gira em torno de 35kg/ habitante.”

RESÍDUOS
Ferreira argumenta em sua dissertação que 13,5% dos resíduos sólidos gerados no Brasil são polímeros. Em 2012, esses componentes representaram nada menos do que 7.635.851 toneladas, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

Por outro lado, Ferreira lembra que “a indústria extrativa mineral é um dos setores econômicos importantes para o Brasil, no que se refere ao crescimento econômico em função da extensão territorial. A atividade econômica da indústria extrativa mineral representava em 2014 um valor de 0,5% do montante de trabalhadores no Brasil. O ramo da extração da argila representa 4% do setor de extração mineral, totalizando 73.631 trabalhadores”, conforme dados de 2016 do Departamento Nacional de Produção Mineral.

Pensando nessas duas pontas, Ferreira se propôs a estudar o lodo resultante da lavagem das aparas de polímeros e adicionar esse material na argila para a produção de um tijolo ecológico. “Dentre as várias formas para o destino dos resíduos sólidos, está a incorporação/ estabilização em outros materiais de certa estabilidade. O processo consiste em incorporar resíduos dentro de uma matriz sólida de boa integridade estrutural, como tijolos cerâmicos maciços e estruturais.”

Ele ressalta duas características da argila como uma boa matriz sólida: a boa resistência mecânica após a queima e o fato de ela possuir características plásticas que permitem a conformação. “Outra vantagem da incorporação do resíduo em corpos argilosos é a produção de novos produtos com apelo ecológico e com baixo custo com possibilidade de serem utilizados na construção civil.”

Como exemplo dessa aplicação, Ferreira cita que uma casa com projeto padrão de 58,64 metros quadrados utiliza 5.040 tijolos estruturais (do tipo 8 furos, 9x19x19 centímetros), totalizando uma massa de 11.088 quilos de argila. Com a adição de lodo na argila, seria possível economizar 10% desse total, ou seja, 1.108 quilos de argila seriam poupados. “Esta incorporação poderá prolongar o tempo de vida das jazidas de argila e, ao mesmo tempo, contribuir com o meio ambiente”, argumenta ele, no estudo.

ENSAIOS E RESULTADOS
Para a obtenção dos resultados desse tijolo ecológico, o pesquisador fez experimentos e ensaios divididos em três momentos: primeiro, com o lodo, depois com a argila e tijolos de argila e, finalmente, com tijolos de argila acrescida de lodo. Nessas experimentações, foram analisadas 16 características, tais como umidade, densidade, potencial hidrogeniônico (pH – que mede a acidez), limite de liquidez, limite de plasticidade, densidade hidrostática e aparente, a dilatometria, perda ao fogo, compressão e retração linear.

Na dissertação, todos esses testes e outros mais realizados com os produtos são descritos e conceituados de acordo com as especificações das normas regulamentadoras e padrões técnicos usados. Os testes foram realizados em três laboratórios: no Núcleo de Estudo Ambientais (Neas) da Uniso, no Instituto de Pesquisa Energética e Nucleares (IPEN) e na Escola Politécnica da Engenharia Química da Universidade de São Paulo (USP).

Antes de dar início à produção de tijolos, Ferreira fez a análise de todo o material que utilizaria para obter a caracterização físico-química desse resíduo, bem como da argila que seria utilizada. Conhecidos esses aspectos, ele passou efetivamente à produção e avaliação dos tijolos.

Para a realização desses testes, o pesquisador trabalhou com dois tipos de amostra de tijolos, compostos de argila e mais 5% ou 10% de lodo. “Foram pesadas massas de argila no montante de 2,7 kg e adicionado material de lodo seco a 60ºC e peneirado em malha 600 microns nas proporções desejadas (5% e 10%). Uma quantidade de água de 20% em peso foi adicionada à massa resultante enquanto se procedia a mistura dos componentes até se obter homogeneidade completa e boa moldabilidade da mistura, a ponto de poder ser manuseada e preencher a cavidade do molde para compactação.”

Esse material foi colocado em um molde, prensado com carga de 500 quilos e retirado em forma de tijolos, que, daí sim, foram compactados em moldes de 45x95,3 milímetros, passaram por análise de retração linear pós-queima, ensaio de compressão, densidade hidrostática, densidade aparente e análise dilatométrica, que é uma técnica cujo princípio do teste consiste na medição das variações dimensionais que sofre um corpo de prova quando submetido a um ciclo de aquecimento definido.
 
CONCLUSÃO
Os resultados de seu estudo mostraram que o resíduo pode ser incorporado em massa cerâmica para produção de tijolos cerâmicos. “A incorporação de 10% do lodo atende à NBR 7170, que estabelece uma resistência mínima à compressão de 2,5 Mpa, porém, reduz em cerca de 10% a resistência de compressão, comparado com a argila estudada. Entretanto, em geral, atende às propriedades físicas e tecnológicas do material cerâmico, conforme as normas.”


Apesar do resultado da pesquisa ter sido favorável, Ferreira lembra que, para que o lodo seja adicionado à argila nas olarias, seria necessário ampliar a escala de todo esse processo de produção, o que exige um investimento um tanto alto às olarias, pois demandaria compra de estufas, ou grandes áreas de secagem, além de equipamento de análise para estudar a caracterização físico-química de cada novo lodo, a fim de verificar se há compatibilidade e se não há outras substâncias mais ambientalmente complicadas, como metais pesados. Como a sujeira encontrada nas aparas de polímeros não é sempre a mesma, esse controle seria necessário para essa produção.

Texto produzido com base na dissertação “Estudo do aproveitamento de lodo proveniente do processo de reciclagem de aparas de polímero”, do Programa de Pós-Graduação em Processos Tecnológicos e Ambientais da Universidade de Sorocaba (Uniso), elaborada sob orientação do professor doutor Thomaz Augusto Guisard Restivo e aprovada em fevereiro de 2017. Acesse a pesquisa: https://goo.gl/UtyjrS

Publicações do blog - projeto Uniso Ciência:

Apresentação - Uniso Ciência divulga temas do universo da pesquisa

Obesidade pode também estar associada ao uso de antibióticos

Uniso lança processo seletivo para Pós-Graduação

Estudo avalia ensino de Ciências e pesquisadora cria caixa com propostas de atividades

Uniso realiza evento que debate formação acadêmica e profissional

Enxofre, Fósforo e Cloro são alguns dos elementos encontrados na saliva de fumantes

Mestrado em Comunicação e Cultura orienta elaboração de projetos de pesquisa

Leitores podem escolher temas do Uniso Ciência

Uniso recebe palestra sobre o LHC, o maior e mais poderoso acelerador de partículas do mundo

Pesquisa de professora da Uniso vence Prêmio Top Ciência da BASF

Projeto Uniso Ciência lança segunda edição no Cruzeiro do Sul

Uniso é a sétima universidade do País em ranking de pesquisa

Shiitake é recomendado como opção de suplemento alimentar

Uniso firma parceria com organização nacional para divulgação científica

Através do espelho e o que nós encontramos por lá: o inverso da matéria

Leitores podem escolher temas do Uniso Ciência