UNISO CIÊNCIA


Leitores podem escolher temas da quarta edição do Uniso Ciência




Onze assuntos relativos às áreas de comunicação, educação, saúde, tecnologia e inovação estão disponíveis para votação em uma enquete que escolherá um dos temas da próxima edição do jornal Uniso Ciência, projeto de divulgação científica da Universidade desenvolvido em parceria com o jornal Cruzeiro do Sul. A votação está aberta de 24 de maio a 3 de junho. Clique aqui e vote: https://goo.gl/forms/X75H3LD7bGGEwLIM2





Pesquisa conclui que avaliação do ensino superior é falha




Apesar de o Ministério da Educação (MEC) tentar avaliar o Ensino Superior no Brasil, por meio do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), isso, de fato, não acontece. É o que garante a pesquisadora Roberta Muriel Cardoso em sua tese “Avaliação e Acreditação no Desenvolvimento da Educação Superior no Brasil”, no Programa de Pós-Graduação e Educação da Universidade de Sorocaba (Uniso).  Criado pela Lei 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sinaes é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes.

Na pesquisa, que teve como objetivo central responder em que medida os processos de avaliação e acreditação, da forma como estão sendo executados pelo MEC, podem atestar a qualidade da educação superior no Brasil, a pesquisadora afirma que os parâmetros utilizados no Sinaes contribuem para que a Educação Superior melhore, mas, efetivamente, não consegue avaliar o Ensino Superior tal qual foi criado. O desafio proposto pela tese discute os processos de garantia de qualidade que ocorrem no Brasil e verificam em que medida eles têm contribuído para o desenvolvimento da Educação Superior.

No desenvolvimento dos conceitos apresentados, debate se o que ocorre de fato no Brasil é um processo de avaliação conforme proposto pelo Sinaes ou apenas um processo burocrático de fiscalização e controle. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e documental, Cardoso, que é graduada em Letras, analisou o panorama da Educação Superior em países da América Latina, bem como nos Estados Unidos, “para compreender os cenários em que estes processos estão se desenvolvendo e as características de cada um destes cenários.” A tese apresenta números das instituições.

No caso do Brasil, faz um apanhado histórico, mostra os dados de faculdades, universidades e centros universitários desde 1945. Cardoso constata que, apesar de a maioria ser de instituições privadas e não universitárias, são as universidades que ainda têm o maior número de vagas ofertadas e concentram 54,2% da graduação. Mostra ainda que, apesar dos programas do governo brasileiro que ampliaram o acesso de jovens ao Ensino Superior, “não seria correto afirmar que houve democratização do acesso a este nível de ensino no País, considerado muito pequeno (o Brasil tem aproximadamente 15% dos jovens na educação superior) em relação a outros países.

AVALIAÇÃO E ACREDITAÇÃO
Ao longo do trabalho, a pesquisadora apresenta teóricos da área da Educação que discutem e conceituam a Avaliação e Acreditação. “Tanto a avaliação quanto a acreditação são mecanismos reconhecidos como fundamentais para que a qualidade possa ser atestada. (Francisco Lopez) Segrera define qualidade, avaliação, garantia de qualidade e acreditação como conceitos inter-relacionados. De acordo com (José) Dias Sobrinho, avaliação e acreditação são palavras similares e diferentes ao mesmo tempo. Algumas vezes, se mesclam, e a avaliação acaba sendo a base para a acreditação. Mas em outros casos isto não acontece. A avaliação vai fornecer informações e comprovações para que a acreditação possa ocorrer. Ou seja, a acreditação, neste caso, se serve dos resultados da avaliação para atestar a qualidade de uma IES (Instituição de Educação Superior) ou de um curso.”

CONCLUSÃO
A tese ainda mostra, cronologicamente, todas as mudanças realizadas desde a concepção até como funcionam atualmente os indicadores de qualidade que compõem o Sinaes: o Conceito Preliminar de Curso (CPC), Índice Geral de Cursos (IGC) e Exame Nacional de Desempenho do Estudante (Enade) e como essas alterações foram afetando o modelo inicial de avaliação do Sistema.

Categoricamente, a pesquisadora afirma que “pela prática atual, não se garante o respeito à identidade das instituições e não se considera a diversidade existente no País” e conclui que “sem considerar as avaliações in loco e com consequências maiores para as instituições e seus cursos, os Indicadores de Qualidade (CPC, IGC e ENADE) ditam as regras do jogo, definindo por estimativas estatísticas o destino das instituições e seus cursos. O ENADE, representando atualmente 55%, e as respostas ao questionário do estudante, que representam 15%, definem a participação do estudante no cálculo do CPC em 70%, deixando as instituições reféns de um único teste final, que, se sofrer um boicote, por exemplo, põe a perder todo um trabalho realizado ao longo do curso, restando à instituição apenas a possibilidade de recorrer à justiça, por não existir um caminho aberto ao diálogo.

A pesquisadora finaliza dizendo que “o que ocorre no Brasil atualmente não pode ser chamado de avaliação, mas de um processo burocrático de fiscalização e controle.” E, segundo ela, “não há perspectiva de alteração desta prática, que não pode atestar a qualidade das instituições e seus cursos, pois não conta com elementos de análise suficientes para tanto.”

Depois de analisar toda a documentação do Sinaes e ver como todo o processo de avaliação e acreditação funcionam, a pesquisadora conclui que “não se pode atestar a qualidade de um Corpo Docente por uma análise da quantidade de mestres e doutores que o Censo demonstrou para determinado curso. Não se pode atestar a qualidade de uma biblioteca pela resposta dada pelo estudante a um questionário sobre a biblioteca. Não se pode atestar a qualidade de um curso sem a análise criteriosa de sua proposta pedagógica, dos planos de estudo, dos conteúdos curriculares, das metodologias utilizadas, da atuação dos docentes, do envolvimento dos estudantes, dos projetos de pesquisa, da extensão. Enfim, não se pode dizer que tem ou não tem qualidade algo que nem sequer foi visto.”

Texto elaborado com base na tese “Avaliação e Acreditação no Desenvolvimento da Educação Superior no Brasil”, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Sorocaba (Uniso), elaborada sob orientação do professor doutor José Dias Sobrinho e aprovada em abril de 2015. Acesse a pesquisa: https://goo.gl/89RjhS


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Como ajudar mulheres pacientes de câncer que fazem quimioterapia ou radioterapia e que sofrem de problemas de feridas na cavidade vaginal a terem um tratamento mais específico e que elas mesmas possam tratar essas feridas de maneira mais fácil. Esse foi o propósito que levou a farmacêutica Thais Francine Ribeiro Alves a pesquisar e desenvolver um hidrogel termorresponsivo que se fixa melhor na parede vaginal e ajuda, por meio da aplicação de curcumina, no tratamento da ferida.

“A administração vaginal de fármacos tem como principais vantagens evitar o metabolismo hepático, reduzir a incidência e severidade dos efeitos gastrintestinais secundários e diminuir efeitos secundários hepáticos de fármacos”, descreve ela.

O resultado obtido foi satisfatório, segundo análise da pesquisadora. Alves conseguiu desenvolver um hidrogel termorresponsivo que pode ser aplicado nas feridas da parede vaginal pelas próprias pacientes, com o auxílio de de um aplicador no formato de uma seringa.

O hidrogel, ainda bastante solúvel, é carregado de curcumina, que tem características anti-inflamatória, antifúngica, antimicrobiana e cicatrizante. Ao ser inserido na cavidade vaginal e atingir uma certa temperatura, esse hidrogel se torna um gel de boa viscosidade e com propriedades bioadesivas, ou seja, que gruda na parede vaginal e libera a curcumina aos poucos.

Ela fez essa pesquisa ao longo de seu mestrado, finalizado em 2016, dentro do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade de Sorocaba (Uniso). A pesquisa foi orientada pelo professor doutor Marco Vinícius Chaud e desenvolvida nas dependências do Laboratório de Biomateriais e Nanotecnologia da Uniso, que fica no Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS).

Alves conta que decidiu por este estudo pois pesquisou a mucosite oral na graduação, em pacientes com câncer na cabeça e pescoço, e, quando se propôs a fazer o mestrado, teve a ideia de pesquisar e ajudar o problema da mucosite vaginal em mulheres que fazem tratamento de quimioterapia e radioterapia da cavidade abdominal ou colo de útero.

Durante o mestrado, que durou dois anos, ela teve como primeiro desafio encontrar um tipo de polímero (há inúmeros, tanto naturais quanto sintéticos, cada qual com propriedades distintas) que apresentasse características ideais para o tratamento na cavidade vaginal. “A via vaginal é um desafio para a formulação de formas farmacêuticas para liberação modificada de fármacos. Entre os principais desafios está o tempo de permanência da forma farmacêutica no local de aplicação e a área de superfície no contato com a mucosa vaginal”, relata Alves, no estudo. Além disso, era preciso achar um composto onde a curcumina se diluísse.

CURCUMINA
Ocorre que a curcumina, que é um composto fitoquímico de cor amarelo-alaranjado, obtido a partir do rizoma do açafrão (Curcuma longa) e que cresce naturalmente na Índia e em outras partes do sudeste da Ásia, é conhecida por ter uma baixa solubilidade em água. “A sua solubilidade é limitada em meios orgânicos comuns, como etanol e óleos vegetais, o que torna difícil a preparação de formulações líquidas convencionais.”

A curcumina vem sendo amplamente estudada por suas características antifúngica, antimicrobiana, cicatrizante. “Diferentes estudos têm demonstrado sua baixa toxicidade intrínseca e ampla variedade de efeitos terapêuticos”, cita Alves, na pesquisa.

Apesar dos diversos efeitos terapêuticos, a utilização clínica de curcumina é restringida por baixa biodisponibilidade oral, devido à baixa solubilidade em água, instabilidade em valores de pH neutro e alcalino, metabolismo extensivo e rápida eliminação.

ETAPAS
“Logo que eu entrei no mestrado, a gente conseguiu adquirir o material antes, via projeto. Então, acho que uns quatro ou cinco meses, eu trabalhei só com as dispersões sólidas da curcumina. Foi a primeira etapa do trabalho”, conta Alves. A dispersão sólida são formulações farmacêuticas utilizadas com o objetivo de melhorar a solubilidade de compostos pouco solúveis em água. Nessa parte da pesquisa, Alves trabalhou com 18 amostras e obteve resultados favoráveis em três delas.

Depois dessa etapa, Alves começou a pesquisar e analisar o preparo dos hidrogéis termorresponsivos (que têm alguma alteração conforme variação da temperatura), sem a adição da curcumina. Nessa etapa, que durou cerca de sete meses, ela pesquisou e testou 8 amostras. Duas delas tiveram resultado satisfatório e foram, depois, testadas com a adição de curcumina na etapa seguinte.

Só depois de testados e caracterizados esses hidrogéis que melhor se encaixariam na amostra de curcumina é que Alves passou a testar 12 amostras de hidrogéis adicionados com a curcumina. Foram mais seis meses avaliando os hidrogéis com a curcumina.

HIDROGEL TERMORRESPONSIVO
Uma das grandes dificuldades de Alves, foi modular a temperatura de um hidrogel para que ele passasse do estado líquido (na temperatura ambiente) para o estado de gel, com viscosidade e aderência corretas para que aquele composto ficasse aderido à parede da vagina e liberasse gradativamente a curcumina no ferimento.

“Hidrogéis termicamente sensíveis ou termorresponsivos têm sido foco de estudos devido sua praticidade na aplicação e baixos efeitos indesejáveis. Em concentrações adequadas apresentam transição de fase líquida para gel (Tsol-gel), próxima ou igual à temperatura corpórea. Essa transição Tsol-gel pode ser modulada de acordo com a concentração do polímero ou associação com outros polímeros e agentes reticulantes.Geralmente, as temperaturas de gelificação são consideradas adequadas na faixa de 25 – 37°C”, explica Alves, em sua pesquisa.

“Esse hidrogel termorresponsivo tem característica líquida na temperatura ambiente, que é o que vai permitir a gente colocá-lo na seringa e fazer a administração vaginal. Quando ele atinge uma temperatura, ele se transforma em gel. E isso faz com que ele fique todo na parede da cavidade vaginal e fique aderido, sem escorrer. Então, eu trabalhei em todo o mestrado para conseguir modular essa temperatura. O que seria modular? É exatamente em que ponto ocorria essa transição Tsol-gel, que é a transição de solúvel para gelificado, então, é trabalhar nesse ponto.”

Mas encontrar o ponto de transição não foi o único trabalho dela ao longo dos anos pesquisando esse tema. Dentre os inúmeros testes feitos a cada etapa da pesquisa, Alves também fez o teste de viscosidade do hidrogel termorresponsivo. Ela explica que “na aplicação de produtos tópicos na cavidade vaginal, a viscosidade e a mucoadesão contribuem para fixar a formulação sobre a mucosa epitelial. Esta propriedade também contribui para controlar a liberação de fármaco e melhorar a adesão ao tratamento com produtos nas formas farmacêuticas de gel, creme ou pomada.”

Outro teste avaliado é a propriedade mecânica do hidrogel, para que o composto não escape e coloque a perder o tratamento. “As redes poliméricas dos hidrogéis devem possuir propriedades mecânicas capazes de resistir a estresses físicos e químicos e, ao mesmo tempo, proporcionar um contato íntimo e prolongado com a superfície da mucosa. O tempo de permanência do hidrogel no local de aplicação é influenciado pela renovação do fluído vaginal (transudato e muco vaginal) e pela reticulação dos polímeros. O equilíbrio entre o efeito do fluido vaginal e a resistência mecânica dos polímeros pode ser medido pela dureza, coesividade, compressibilidade, adesividade e mucoadesão do hidrogel termorresponsivo”, explica Alves, na dissertação.

RESULTADOS SATISFATÓRIOS
Alves ficou feliz com os resultados encontrados. Ela diz que, apesar de serem necessárias novas pesquisas para que efetivamente um produto seja feito a partir dos resultados obtidos em sua pesquisa e chegue às prateleiras das farmácias, seus estudos mostraram que é possível produzir um composto à base de hidrogel com curcumina para o tratamento vaginal.

“Com os resultados que a gente obteve no estudo, o sistema apresenta potencial para a veiculação da curcumina. O sistema em si apresenta potencial também para a veiculação vaginal, ou seja, o sistema é eficaz tanto para a veiculação e transporte dessa curcumina até o local de ação, quanto o mecanismo de ação que ele vai ter dentro da cavidade vaginal. Ele consegue formar esse filme na temperatura corpórea. Então, o grande desafio foi aumentar essa solubilidade da curcumina e conseguir sua veiculação no meu hidrogel e criar um hidrogel que fosse capaz de ter essa transição líquido-gelificada dentro da cavidade vaginal. Então, enquanto um estudo de desenvolvimento e avaliação do sistema, a gente teve resultados promissores para uma futura análise em animal e, quem sabe, em humanos”.

Texto elaborado com base na dissertação “Desenvolvimento e avaliação de hidrogéis termorresponsivos para administração vaginal e veiculação de curcumina”, do Programa de Pós-  -Graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade de Sorocaba (Uniso), elaborada sob orientação do professor doutor Marco Vinícius Chaud e aprovada em 2016. Acesse a pesquisa: https://goo.gl/T5NiFg


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