Chevrolet Sonic RS mostra agilidade e bom consumo
O novo SUV compacto da GM oferece uma opção interessante dentro do segmento altamente competitivo do tipo. Precificado abaixo do Tracker, tem como principais rivais Tera, Kardian e Pulse. O nome Sonic já foi usado sem sucesso no Brasil, de 2012 a 2014 (hatch e sedã compactos importados do México e Coreia do Sul).
Derivado diretamente do Onix, não se trata de um SUV cupê, como sugere a fabricante. Todavia, apresenta linhas equilibradas e traseira mais convincente que a dianteira graças ao defletor no teto e lanternas discretamente interligadas.
No interior, destacam-se o quadro de instrumentos (8 pol.) e central multimídia (11 pol.) com espelhamento sem fio de Android Auto e AppleCarPlay, apesar das portas USB antigas e lentas, do tipo A. Espaço para cabeças é bom, embora limitado para pernas no banco traseiro. Porta-malas é maior que o do Tera e do Pulse, mas perde para o Kardian. Dos itens de segurança ativa destacam-se frenagem autônoma de emergência e assistente de manutenção de faixa de rodagem.
Rodas de 17 pol. e acerto de suspensões, além do assistente de estacionamento semiautomático, posicionam bem o Sonic frente aos rivais diretos. Na aceleração de 0 a 100 km/h e em manobras de ultrapassagem alinha-se dentro do segmento, sem chegar a empolgar. Direção entrega precisão e nível de assistência dentro do esperado para um SUV deste porte. (Da Redação, com colaboração de Fernando Calmon)