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O coração do pet também precisa de cuidado

Cardiopatias atingem, sobretudo, os animais mais velhos e pode ser controlada com uso de medicamentos
O coração do pet também precisa de cuidado
A prática de exercício e alimentação saudável são formas de evitar doenças do coração. Crédito da foto: pixabay.com

A cardiopatia é um grupo de doenças que levam ao mau funcionamento do coração do seu cãozinho. Entre as principais, temos as doenças valvares, a cardiomiopatia dilatada e a cardiomiopatia hipertrófica.

Todas essas doenças podem evoluir para insuficiência cardíaca. Elas são mais comuns em pets idosos, até por isso é importante fazer check–ups periódicos a partir dos seis anos de idade.

É fundamental também que o cachorro mantenha hábitos de vida saudáveis para evitar ou remediar o aparecimento de doenças cardíacas. E, para tanto, ele depende do tutor. Isso abrange, por exemplo, exercícios físicos regulares e uma boa alimentação.

Sintomas

Como alerta Mário Marcondes, médico-veterinário , algumas doenças são degenerativas e progressivas, com um componente de predisposição racial. “No entanto, quando diagnosticadas precocemente, e com tratamentos para retardar ou diminuir sua evolução, é possível que o animal permaneça um maior período de tempo em estabilização com uma vida próxima do normal”.

Em geral, quando o pet apresenta sintomas como falta de ar ou língua arroxeada, a doença pode estar em um estágio mais avançado, diz Marcondes. “Portanto, é importante ficar atento aos sintomas inicias de cansaço ou tosse”. Portanto, atenção aos sintomas: cansaço fácil, tosse e falta de ar, língua arroxeada, acúmulo de líquidos na região abdominal, inchaço de membros.

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Tratamento

Após identificada, a insuficiência cardíaca tem um tratamento baseado em vasodilatadores, isso é, medicamentos que auxiliam na maior circulação sanguínea, dilatando os vasos, além de outros que atuam na contratilidade cardíaca. Também é recomendada uma dieta com ração para cardiopatas e diuréticos. “Já no caso de presença de arritmia cardíaca, deve-se fazer uso ainda de um antiarrítmico”, aponta Marcondes. Vale reforçar, por fim, que toda medicação e protocolo devem ser escolhidos pelo médico-veterinário de acordo com a fase da doença. (Portal Melhores Amigos)

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