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Um gigante ameaçado de extinção

O trabalho dos cientistas está sendo tentar fazer reproduções em laboratório para garantir que novos filhotes nasçam
Um gigante ameaçado de extinção
Esta é a Najin, de 30 anos, que vive no Quênia. Crédito da foto: AFP / Tony Karumba

Eles são gigantes, pesados, mas nem assim escaparam da ameaça de extinção. São os rinocerontes-brancos do norte, que infelizmente estão quase sumindo do planeta. Só existem dois deles vivos hoje em dia, no Quênia. Na verdade, são elas: as fêmeas Najin, de 30 anos, e sua filha Fatu, de 19. O trabalho dos cientistas, agora, está sendo tentar fazer reproduções em laboratório — já que não existem mais machos vivos — para garantir que novos filhotes nasçam.

Em seu meio natural, os rinocerontes sofrem com poucos predadores, devido a seu tamanho e a sua pele espessa. Mas, afinal, então por que eles estão quase extintos? Por causa da caça ilegal. Isso aconteceu muito nos anos de 1970 e 1980, em razão das crenças de que o chifre desse animal poderia ajudar a tratar doenças. Com isso, em 2008 o rinoceronte-branco do norte já era considerado extinto em estado selvagem. E pensar que, na metade do século 19 existiam mais de um milhão de rinocerontes vivendo só no continente africano!

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Atualmente há cinco espécies de rinocerontes no planeta, entre elas os rinocerontes-negros, os rinocerontes-brancos, e os rinocerontes-brancos do norte. São bichos enormes: os machos podem medir, em comprimento, até quatro metros, e pesar mais de 3.500 quilos. Em seu focinho estão dois chifres — aqueles que foram motivo da caça — que são feitos de queratina endurecida. Eles também possuem uma corcunda na parte de trás do pescoço e cada uma de suas quatro patas possuem três dedos. (Da Redação, com informações de Fran Blandy — AFP)

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