Lições que as crianças aprenderam com as ginastas

Por Cruzeiro do Sul

As crianças acompanham empolgadas as ginastas

 

As crianças compreenderam várias dessas lições passadas pelas ginastas. Isabela Estaregui Ramos Piper, de 8 anos, faz ginástica artística desde os 5. Começou inspirada pela mãe, que é professora da modalidade. Ela já compete e, após o contato com duas de suas ídolas, confirmou estar no caminho certo. “Só de vê-las, já me motivou muito”.

Sara Barca Nilo, 9, pratica o esporte há três anos. Assim como Júlia Soares, a menina se apaixonou quando viu a atividade na televisão. Agora, ela faz da equipe do Serviço Social da Indústria (Sesi) Sorocaba e disputa diversos campeonatos. Ela diz que já carregava o lema de nunca desistir e, depois de ouvir as atletas, esse ideal ficou ainda mais forte. “Teve uma competição em que eu caí, mas levantei, ergui a ponta do meu queixo e continuei a série”, conta. Segundo a garota, todos devem ter esse princípio como fonte de motivação. “Só porque você caiu, não pode desistir de tudo que fez, de tudo que treinou”.

Essa “filosofia” também é compartilhada por Pedro Henrique de Melo Silva, 12. Atleta há quatro anos, o integrante da equipe de São Roque quer disputar uma Olimpíada e conhecer quem já chegou lá, o incentivou a continuar tentando. “Elas são uma inspiração para mim, porque já foram para um lugar que é tão sonhado para tantas pessoas.” Focado em alcançar essa meta, o fã de Arthur Zanetti e Caio Souza já iniciou a preparação, com treinos diários de duas horas.

Colega de grupo de Pedro, Nicolas Silva, 10, tem esse mesmo sonho e rotina de treinamento, assim como Isabela e Sara. Com Jade e Júlia, o ginasta entendeu que a determinação não é essencial só nos esportes, mas também para a construção de um futuro melhor. “Eu entendi que, para conquistar alguma coisa, eu preciso treinar”, reforça. (V.C.)