Mocidade Alegre é campeã do Grupo Especial no Carnaval de SP
A Mocidade Alegre conquistou o título do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo neste ano com o enredo
“Malunga Léa, Rapsódia de uma Deusa Negra”, que celebrou a vida e a obra da atriz Léa Garcia, ícone da cultura brasileira e símbolo de resistência e afirmação da identidade negra no teatro e no cinema.
A escola revisitou momentos marcantes da trajetória da artista com fantasias e alegorias, desde suas origens no Teatro Experimental do Negro até os papéis consagrados no cinema e na televisão.
Durante toda a apuração, a presidente da Mocidade Alegre, Solange Cruz, esteve acompanhada do mestre de bateria Sombra e dos tradicionais terços que sempre a seguem nas apurações de carnaval.
Com a vitória, a Mocidade Alegre se torna a segunda maior campeã da história do Carnaval paulista, com 13 títulos, atrás apenas da Vai-Vai, que soma 15.
As escolas Rosas de Ouro e Águia de Ouro foram rebaixadas, sendo a Rosas de Ouro a campeã em 2025.
As categorias avaliadas foram: evolução, samba-enredo, bateria, enredo, mestre-sala e porta-bandeira, alegoria, comissão de frente, harmonia e fantasia.
Grupo de Acesso 1: Acadêmicos do Tucuruvi é campeã
No Grupo de Acesso 1, a Acadêmicos do Tucuruvi conquistou o título com 269,9 pontos. Pérola Negra e Mancha Verde empataram na vice-liderança, com 269,4 pontos cada, mas a Pérola Negra levou vantagem no critério de desempate.
A Acadêmicos do Tucuruvi, escola da zona norte, desfilou com o enredo “Anti-Herói Brasil”, assinado pelo carnavalesco Nicolas Gonçalves e pelo enredista Cleiton Almeida. A narrativa celebrou o brasileiro que vive e luta em meio às contradições do País. Em 2025, a escola havia sido rebaixada.
A vice-campeã, Pérola Negra, apresentou o enredo “Valei-Me Cangaceira Arretada, Maria que Abala a Gira, Valente e Bonita que Vence Demanda”, contando a história de Maria Bonita, rainha do cangaço e considerada a primeira mulher a integrar um bando de cangaceiros. (Da Redação, com informações do Estadão Conteúdo)