Sorocaba e Região

Principal traficante de Sorocaba é preso durante operação policial

Na ação, foram apreendidos coletes à prova de balas, dinheiro, drogas, armas e munições
Principal traficante de Sorocaba é preso durante operação
Durante a ação, além das prisões, houve apreensão de drogas, armas, munições, coletes à prova de balas e dinheiro. Crédito da foto: Divulgação

Uma operação da Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), com apoio do Grupo de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e Guarda Civil Municipal (GCM), prendeu, na manhã desta quarta-feira (22), quatro pessoas com envolvimento no tráfico de drogas em Sorocaba. De acordo com a Dise, o líder do grupo, Reginaldo de Jesus Ribeiro, mais conhecido como Cogi, era o principal traficante da cidade. O irmão dele também foi preso. A investigação da Polícia Civil durou pelo menos sete meses.

Durante a operação, foram cumpridos nove mandados de busca e houve apreensão de drogas, armas, munições, coletes à prova de balas e dinheiro em quantias ainda não contabilizadas. De acordo com o titular da Dise, Rodrigo Ayres, Cogi não era considerado à toa o maior traficante da cidade. “Ele é extremamente conhecido no meio policial. Faz tempo que têm sido tentada a prisão dele. Antes, havia investigações até sobre envolvimento em assalto a caixas eletrônicos e sequestros”, comenta. “E a maioria das pessoas que a gente prende ligadas ao tráfico de drogas, quando perguntamos de quem conseguiram os entorpecentes, sempre falavam no nome dele”, emenda.

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O “chefe do tráfico” vivia num condomínio de alto padrão no bairro do Éden. Na residência, estavam estacionados um Toyota Corolla e uma Mercedes, veículos de alto valor. “Ele não botava a ‘mão na massa’, não agia diretamente, fazia a administração”, afirma Ayres. A afirmação se consolida já que a contabilidade da distribuição e monetização dos entorpecentes não estava na residência de Cogi, mas sim na de um dos outros detidos, que também mantinha armazenadas drogas e munições. O quarto homem preso vivia numa chácara, usada para depósito dos entorpecentes.

Ayres diz ainda não ter sido identificado o total movimentado em dinheiro sob o comando de Cogi nestes sete meses. “Mas não é pouco, pelo estilo de vida que levavam ser ter nenhuma atividade lícita remunerada”, explica. Os detidos devem ser encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Sorocaba. (Esdras Felipe Pereira) 

 

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