Poli Cultural 2026 apresenta projetos desenvolvidos por alunos ao longo do ano
Evento reuniu trabalhos de estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio em ambas as unidades, com atividades que envolveram literatura, matemática, cultura japonesa e história dos videogames
O Colégio Poli realizou neste sábado (31), das 9h às 15h, mais uma edição do Poli Cultural, com a exposição de trabalhos desenvolvidos por alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. A programação ocorreu simultaneamente nas unidades do Alto da Boa Vista e da Vila Leão, em Sorocaba, e permitiu que familiares conhecessem os projetos preparados pelos estudantes ao longo do ano.
Segundo Luciane Durigan, diretora do Colégio Poli de Sorocaba, o evento marca o encerramento de atividades desenvolvidas com a orientação dos professores e com base no material didático da instituição. “É o momento que os nossos alunos e os nossos professores têm de mostrar todos os trabalhos que foram realizados desde o começo do ano”, explica. A diretora também destaca o protagonismo dos estudantes nas apresentações. “Eles são os protagonistas do momento, eles fazem as apresentações.”
Literatura e matemática
Na unidade do Alto da Boa Vista, alunos dos 6ºs anos D, E e F apresentaram o projeto *Dorothy e o caminho de volta para casa*, inspirado no livro *O Mágico de Oz*. A atividade integrou Língua Portuguesa e Matemática, com desafios matemáticos e produções relacionadas aos vínculos familiares.
A professora Francini Tirabassi, de Língua Portuguesa, desenvolveu a proposta em parceria com a professora Daniele, de Matemática. Os estudantes também produziram casinhas com fotografias das famílias e participaram da montagem de cenários com personagens da história. “O objetivo do projeto traz a reflexão de que o lar é onde o nosso coração está”, afirma Francini.
Cultura japonesa e videogames
Na unidade da Vila Leão, alunos do 5º ano B apresentaram trabalhos sobre a cultura japonesa, com atividades relacionadas à culinária, à escrita e a aspectos geográficos do país. Os familiares puderam escrever seus nomes utilizando o alfabeto japonês e participar de uma dinâmica de montagem de uma boneca com os olhos vendados.
A professora Bruna Mariana de Mello, que assumiu a turma em outubro, destacou o envolvimento dos estudantes. “É uma turminha muito participativa, onde eles têm bastante conhecimento sobre a questão do país do Japão”, conta.
Já os alunos do 3º ano B desenvolveram um projeto sobre a história dos videogames e a evolução da tecnologia. A produção incluiu desenhos, um modelo de Game Boy e um livro explicativo sobre os jogos eletrônicos.
Maria Eduarda Anjos dos Santos, de 9 anos, participou das atividades em sala de aula e em casa. “A gente estava fazendo bastante experiências. A gente levava o trabalho para casa para fazer”, relata.
A mãe da estudante, Talita Cristina Sousa Anjos do Santo, visitou o evento pela segunda vez e ressaltou a importância da participação familiar. “É importante a interação da família com a escola e com a evolução do aprendizado deles, a gente poder estar junto com eles nesse momento”, comenta.
Participação das famílias
Na unidade do Alto da Boa Vista, Jilceli Carvalho acompanhou a apresentação do filho Enrico, de 10 anos, aluno do 4º ano do Ensino Fundamental I. Segundo ela, esta foi a quarta participação do menino no evento. Neste ano, uma das surpresas foi a escolha da marcenaria como profissão, inspirada nos irmãos.
“A gente não consegue dimensionar o fruto que está plantando neles, por mais que tenha essa intenção”, afirma Jilceli, que também elogiou a dedicação dos estudantes na preparação dos trabalhos.
O Poli Cultural reuniu projetos de diferentes áreas do conhecimento e permitiu que os alunos compartilhassem com as famílias os resultados das atividades realizadas durante o ano letivo.