Programa realiza mais de 2,5 mil castrações na região de Sorocaba desde dezembro

Iniciativa voltada ao controle populacional de cães e gatos já passou por nove cidades da região

Por Da Redação

ações ocorreram por meio de mutirões em cidades como Cesário Lange, Iperó, São Miguel Arcanjo, Bofete, Anhembi, Araçoiaba da Serra, Alambari, Porto Feliz e Ibiúna

Desde dezembro de 2025, o programa Pro Pet SP, do Governo do Estado de São Paulo, realizou 2.502 castrações gratuitas de cães e gatos em municípios da região de Sorocaba. As ações ocorreram por meio de mutirões em cidades como Cesário Lange, Iperó, São Miguel Arcanjo, Bofete, Anhembi, Araçoiaba da Serra, Alambari, Porto Feliz e Ibiúna.

No balanço estadual, o programa contabiliza 14.869 castrações em 92 municípios desde o lançamento. A proposta é ampliar o acesso ao procedimento como forma de controle populacional e prevenção de problemas relacionados ao abandono de animais.

O atendimento é realizado em unidades móveis adaptadas, que percorrem as cidades participantes. Segundo o governo estadual, o cronograma de atendimento considera critérios como demanda local, porte populacional e estrutura disponível nos municípios. As inscrições são organizadas pelas próprias prefeituras, que definem as regras de participação.

O programa prevê investimento total de R$ 10,5 milhões e a meta de atingir 52.850 castrações em 256 cidades paulistas.

A secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, afirma que a iniciativa busca ampliar o acesso ao serviço e estruturar uma política contínua de bem-estar animal. “Estamos ampliando o acesso à castração gratuita em todas as regiões do estado, apoiando os municípios e fortalecendo uma política pública contínua de bem-estar animal”, declarou.

Além dos mutirões, o Estado também mantém outras frentes na área. Uma delas é o programa Meu PeT, que prevê a construção de clínicas veterinárias em cidades como Sorocaba e a instalação de consultórios em contêineres para municípios de menor porte. Segundo o governo, esses equipamentos oferecem atendimentos básicos, como consultas e vacinação, e funcionam como complemento às ações itinerantes.

Apesar da expansão das iniciativas, a efetividade das políticas de controle populacional e atendimento veterinário ainda depende da adesão dos municípios e da capacidade de manutenção dos serviços após a implantação das estruturas.