Câmara realiza nova audiência pública sobre o Plano Diretor

Com foco nas emendas apresentadas em primeira discussão, encontro deste sábado (14) terá início às 9h

Por Da Redação

Plenário da Casa de Leis sedia mais uma reunião para discutir o documento que norteia o crescimento da cidade pelos próximos dez anos

A proposta de revisão do Plano Diretor de Sorocaba será debatida em nova audiência pública da Câmara Municipal, na manhã deste sábado (14), a partir das 9h. Convocada pela Mesa Diretora, a segunda audiência prevista no cronograma de tramitação Projeto de Lei 297/2024, de autoria do Executivo, terá como foco as emendas parlamentares apresentadas em primeira discussão.

No sábado (7) passado, houve a primeira da série de três audiências convocadas pela Casa para apresentação do projeto de lei. Já no dia 28 será realizado o último debate, cujo tema será as emendas parlamentares em segunda discussão.

O projeto de lei, que tem 161 artigos, será votado em primeira discussão, em sessão extraordinária, na próxima quarta-feira (18), a partir das 9h. A segunda discussão e discussão final será no dia 30, também no período da manhã.

As audiências públicas de apresentação do projeto de revisão do Plano Diretor são abertas à participação da população sorocabana e transmitidas ao vivo pela TV Câmara (Canal 31.3, digital e aberto; Canal 4 da Claro; e Canal 9 da Vivo Fibra), bem como pelas redes sociais do Legislativo sorocabano (YouTube e Facebook).

Debates

A revisão do Plano Diretor já foi objeto de nove audiências públicas anteriores, inclusive sobre questões especificas, como macrozoneamento ambiental, com foco na preservação e no uso sustentável do território; o zoneamento urbano, que trata do uso e ocupação do solo; e a mobilidade urbana, abordando, por exemplo, as conexões entre os bairros da cidade.

Segundo o Executivo, o Projeto de Lei n° 297/2024, que dispõe sobre a revisão do Plano Diretor, tem como objetivo geral, “o desenvolvimento sustentável, o equilíbrio ecológico para as gerações presentes e futuras e o aperfeiçoamento das funções sociais da cidade e da propriedade imobiliária urbana, garantindo o bem-estar de seus habitantes”.