CPTM cede terreno para projetos turísticos
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) assinou ontem (18) um contrato de cessão de um terreno de 1,5 milhão de m² para a Prefeitura Municipal de São Roque. O terreno fazia parte da extinta Ferrovia Paulista S.A. (Fepasa), incorporada à companhia em 1996 e está fora da sua área operacional.
A cessão do uso de guarda deste território foi assinada pelo presidente da CPTM, Pedro Moro, e pelo prefeito da Estância Turística de São Roque, Marcos Augusto Issa Henriques de Araújo, com a presença do secretário de Transportes Metropolitanos, Paulo Galli. Também estavam presentes deputada estadual Maria Lucia Amary e o presidente da Câmara Municipal de São Roque, Júlio Mariano.
A área será cedida pelo período de 10 anos e, no local, serão implementados cinco projetos turísticos de utilidade pública: Parque da Pedreira, que visa promover a revitalização de uma área natural localizada no Bairro do Marmeleiro; Estação de Trem do Centro, para transformar a estação São Roque em um centro de cultura e gastronomia, além de um museu ferroviário com ferreomodelismo; Trens Turísticos, para integrar diversos pontos turísticos de São Roque; Estação de Trem de Maylasky, com o objetivo de transformar a estação daquele distrito num centro de cultura e gastronomia; e Esporte e Lazer para a Comunidade, em área no Distrito de São João Novo, com a implantação de uma quadra poliesportiva e brinquedos para crianças.
O presidente da CPTM, Pedro Moro, explicou que esta é uma demanda que existe desde 2019 “e a CPTM teve que atuar para encontrar o melhor formato, visto que o contrato é de uma cessão não-onerosa, mas que trará receitas para o município”, disse.
Para o prefeito de São Roque, a atuação da CPTM não apenas no contrato de cessão, mas durante toda a atual gestão, é digna de elogios. “A assinatura deste acordo é um momento histórico para o município e beneficia não apenas nós e a nossa população, mas também todo o Estado de São Paulo”, completou Marcos Augusto.
Com a cessão de uso do território, a prefeitura também será responsável por garantir a segurança contra invasões e adotar as medidas judiciais necessárias à reintegração da posse, nos casos em que não houver ações já intentadas.
Em relação às áreas invadidas por pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, caberá a Prefeitura Municipal desenvolver e executar um plano de reassentamento em habitações sociais. (Da Redação)