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Sorocaba e Região

Menina de 6 anos morre afogada em piscina em Boituva

A vítima chegou a ser socorrida ao Hospital São Luiz, mas não resistiu
O caso será investigado pela Polícia Civil de Boituva. Crédito da foto: Emídio Marques

Uma menina de 6 anos morreu afogada na tarde desta terça-feira (1º) em uma chácara no bairro Fazenda Pinhal, em Boituva. O afogamento teria ocorrido em uma piscina. As informações preliminares são de que a garota estava passando o réveillon com uma tia, segundo uma funcionária da Delegacia Geral da cidade. No momento da fatalidade, conforme o apurado, os pais estavam em São Paulo.

A menina chegou a ser socorrida ao Hospital São Luiz, em Boituva, mas não resistiu. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Itapetininga. A liberação ocorreu na manhã desta quarta-feira (2). O velório e o enterro devem ser realizados em São Paulo. De acordo com as informações obtidas na Delegacia Geral, nenhum familiar da garota foi ouvido, sobretudo pela comoção causada. Ainda não há previsão para os primeiros depoimentos.

Afogamentos em Sorocaba

Na semana passada, o Cruzeiro do Sul noticiou que Sorocaba registrou 97 ocorrências de afogamento, com 76 registros de morte, de janeiro a 30 de novembro de 2018, segundo informações do 15º Grupamento do Corpo de Bombeiros. Em 2017, de acordo com a corporação, foram 143 casos, com 108 óbitos por conta desse tipo de acidente.

Um dos últimos episódios registrados na cidade aconteceu em 8 de novembro, quando um homem morreu afogado na lagoa do Japonês, no Parque Vitória Régia. Ele foi encontrado a 15 metros da margem e a quatro metros de profundidade. Houve tentativa de reanimação pela equipe que atendeu o chamado, mas sem sucesso.

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Conforme o Corpo de Bombeiros, há uma série de recomendações que podem ser cumpridas a fim de evitar afogamentos. Uma delas, no entanto, resume todas as outras e é, inclusive, lema da corporação: “água no umbigo, sinal de perigo”.

Os bombeiros orientam que em todos os locais que possuam rios, lagos, represas, cachoeiras e piscinas, seja respeitadas as sinalizações ou orientações dos responsáveis, evitando assim riscos de acidentes ou afogamentos em decorrência da falta de cuidados. “Sendo um local impróprio para este fim, não entre na água”, alertam os bombeiros.

Em caso de afogamento em andamento, a corporação indica os melhores comportamentos a quem pretende ajudar. É preciso, primeiramente, discar 193, número destinado para atendimento de emergências. Depois, explica o Corpo de Bombeiros, é necessário manter a calma; não entrar na água e, se possível, jogar algo flutuante (boia, material plástico rígido ou corda); passar o endereço completo; e confiar e responder às perguntas do atendente da corporação. (Esdras Felipe Pereira)

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