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Coworking no Parque Tecnológico

O coworking faz parte de um plano de ação para dar oportunidade aos empreendedores locais
Coworking no Parque Tecnológico
Crédito da foto: Secom Sorocaba

Ambiente exclusivo para o empreendedor em geral, seja de base tecnológica, da economia criativa ou aquele que necessita de um espaço, de forma esporádica, para desenvolver o seu trabalho: assim será o coworking público, que foi construído dentro do Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS) e que será inaugurado na próxima segunda-feira (27), às 14h30. O presidente do PTS, Roberto Freitas, antecipa que nos próximos dias deve ser publicado o edital de chamamento para os empreendedores que desejam utilizar o local para executar suas atividades. “Não tenho dúvidas de que será uma ação muito importante para o empreendedorismo da nossa cidade”, afirma. Ainda, conforme ele, a implantação do coworking público faz parte de um plano de ação que visa dar oportunidade aos empreendedores locais de desenvolverem atividades no Parque Tecnológico. “O espaço vai atender aos empreendedores de diversas áreas, além daqueles que trabalham com produtos ou serviços de base tecnológica”, explica. “Foi a forma que encontramos para inserir, no ambiente do PTS, os profissionais que não têm o viés de inovação e tecnologia.”

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No MP

O Movimento Brasil Livre (MBL) protocolou na semana passada uma representação no Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) contra uma lei municipal aprovada recentemente pela Câmara de Sorocaba, que regulamenta o funcionamento do transporte por aplicativo na cidade. O movimento questiona a constitucionalidade da lei. Vale frisar que um dos que assinam a representação é o advogado Lucas Gandolfe, o mesmo que teve êxito ao representar contra outra lei da Câmara que também tentava regulamentar a atividade na cidade.

Manobra da manobra

O que se viu na Câmara de Sorocaba, durante a sessão desta terça-feira (21), foi quase uma remake da Corrida Maluca. De um lado, vereadores da Comissão Processante antecipando uma reunião para anunciar que a investigação contra o prefeito José Crespo (DEM) será mantida. Batendo à porta, Cintia de Almeida querendo ser empossada pelos vereadores e, dizem, tentando atrasar os trabalhos ou criar justificativas para novos embates judiciais. Foi a manobra da manobra. Faltou a, agora vereadora, prever que seus colegas adiantariam a reunião.

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Municípios reduzem investimentos

O nível de investimento dos municípios reduziu-se pela metade após a crise econômica nos últimos anos, segundo estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) revelado nesta semana. O mapeamento da entidade considera os valores de arrecadação e de investimentos entre 2007 e 2018. Nesses últimos 12 anos, o porcentual de investimento saiu do patamar de 10,37% e despencou a 5%, em 2017, fechando em 6,68% em 2018, quando houve reação na economia.

Desafio dos gestores

“Os prefeitos mal conseguem pagar suas folhas”, pontuou genericamente Eduardo Stranz, consultor da CNM, à GloboNews, na segunda-feira (20) ao comentar o levantamento. “As escolas são gerenciadas pelos municípios, os postos de saúde, toda a questão do meio ambiente e da assistência social. Então não há mais recursos suficientes para fazer os investimentos.” Segundo ele, “o que o gestor faz é simplesmente tomar decisões o dia inteiro, e cada sim ou não tem consequência (ao cidadão)”. Estariam faltando não só recursos financeiros, disse ele, mas sobretudo uma organização do Estado brasileiro como um todo. Stranz sentenciou na entrevista que, enquanto a República repassar responsabilidades para a ponta (a prefeitura), sem os recursos suficientes, “a situação será caótica”.

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Municipalização

“Nós temos, a partir da Constituição de 1988, uma municipalização de todos os serviços públicos. Hoje em dia, quem presta serviço ao cidadão é o município. O Estado e a União ausentaram-se da prestação de serviços e, com isso, foi-se repassando aos municípios a contratação de pessoal”, diz Eduardo Stranz.

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