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Alunos visitam o Cruzeiro

Alunos visitam o Cruzeiro
Crédito da foto: Erick Pinheiro

Alunos do 7º B do Colégio Uirapuru estiveram ontem visitando o Jornal Cruzeiro do Sul, acompanhados pelas professoras Gimena Bodelon Carmona Ibanhez, Cláudia Renata Jorge Rodrigues Marques e o inspetor de alunos Christiano P. da Rocha Filho. Após a recepção por Priscila G. Solano com apresentação de um vídeo, os alunos conversaram com o Editor-Chefe, visitaram o parque gráfico e a Redação.

Sessão animal

Foi aprovado na sessão ordinária de ontem, em segunda discussão e com uma emenda, o projeto de lei 231/2018, de autoria do vereador Hudson Pessini (MDB), em parceria com o vereador João Donizeti Silvestre (PSDB), alterando a redação dos artigos 2º e 3º da Lei 9.551/2011, do próprio Donizeti, que dispõe sobre a prática de maus-tratos e crueldade contra animais no município. Na prática, o projeto especifica 34 formas de maus-tratos aos animais e busca a aplicação de multas para os autores. Nos casos em que seja provocada a morte do animal, o infrator estaria sujeito à penalidade em R$ 4 mil em caso de sanção da proposta; quando houver lesões e abandono de animal sadio ou doente, R$ 3 mil; e maus-tratos sem lesões ou morte, R$ 1 mil. O projeto, portanto, segue para sanção ou veto do prefeito José Crespo (DEM).

Ninguém entendeu nada

O projeto de lei 128/2018, do Executivo, aprovado em primeira discussão e que dispõe sobre a permissão de credenciamento de instituição de pagamento para serviços de movimentação de recursos no município, foi retirado de pauta pelos parlamentares em segunda discussão. O motivo? O projeto passou batido em primeiro turno, mas, quando tiveram de discuti-lo para que seguisse à sanção do prefeito, grande parte dos vereadores não conseguiu entender ao certo qual era o objetivo da proposta. Foi sugerida a retirada da matéria para que o chefe do Executivo pudesse explicar melhor as reais intenções com a propositura.

Não fez a lição de casa

O projeto de lei 191/2018, do vereador Anselmo Neto (PSDB), que proibiria a aplicação de multa para quem avançasse semáforos vermelhos de 23h às 5h com velocidade igual ou inferior a 30 quilômetros por hora, foi rejeitado pela maioria absoluta, a pedido do próprio autor. Segundo o tucano, em conversa com técnicos da Urbes – Trânsito e Transportes, recebeu a informação de que a empresa responsável pelo videomonitoramento nos semáforos da cidade não tem radar nas câmeras, mas que a questão poderia ser estudada para o próximo contrato. Ou seja, propôs um projeto sem ter estudado o assunto com quem poderia implantar a questão. “Então eu pedi que votassem contra o projeto porque, se fosse arquivado, poderia vir um colega mais chegado à Urbes e emplacar um projeto igual daqui a um tempo, como já aconteceu outras vezes. Rejeitado, pelo menos, nenhuma matéria parecida pode ser incluída na pauta em seis meses”, explicou Anselmo. Que explicação.

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