Leitor de 100 anos do jornal exerce seu direito de voto e comparece à eleição
Aos 100 anos, completados ontem (26), José de Paula Rosa foi à Escola Estadual Professora Julia Rios Athayde, localizada no Jardim São Paulo, zona oeste de Sorocaba, em uma cadeira de rodas para exercer seu direito ao voto. Mesmo diante das limitações impostas pela idade, fez questão de participar da eleição. Assinante do jornal Cruzeiro do Sul há décadas, ele é um exemplo de cidadania e participação democrática.
Sorocaba
A disputa pela presidência da Câmara começou a cobrar a conta de antigos acordos. Luis Santos (Republicanos) quer continuar no comando da Casa, mas Caio Oliveira, do mesmo partido, que teria apoiado sua eleição em 2025 com a expectativa de assumir o posto no biênio seguinte, agora mantém candidatura própria. Na política, alianças costumam durar até que alguém queira ocupar a cadeira do outro.
Base rachada
O desgaste entre Rodrigo Manga (sem partido) e antigos aliados já não se resume a conversas de bastidores. Caio Oliveira e Vinicius Aith (também do Republicanos), que integravam o grupo político do prefeito, passaram a questionar a relação com o Executivo, enquanto Caio afirma reunir vereadores dispostos a defender maior autonomia da Câmara. Manga, por sua vez, declarou apoio à permanência de Luis Santos na presidência. A base governista ainda tem tamanho, mas já não parece tão homogênea quanto o discurso de alinhamento entre os Poderes sugere.
Extra em série
A Câmara de Sorocaba realiza hoje (27) a 9ª sessão extraordinária do ano. Na pauta, dois projetos de resolução da Mesa Diretora: um amplia de 25 para 40 o limite de emendas impositivas por vereador e permite a apresentação de novas propostas na segunda discussão do orçamento; o outro altera o momento de composição das comissões permanentes, que passará a ocorrer na primeira sessão ordinária do ano em que começa o novo biênio.
Erramos
Na matéria Padaria do Gonçalo atravessa um século preservando sabores e laços de amizade, publicada na página 5 de domingo (25), quem comprou o estabelecimento de Gonçalo Vecina, em 1959, foi o Cláudio Haro e não Cláudio Ouro, como constou.