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Sorocaba e Região

Fechamento de rua no Mangal gera reclamação de morador

Trecho da Duque de Caixas, que foi doada ao Sesi, passou a ser sem saída
Fechamento de rua no Mangal gera reclamação de morador
Área, que esté em obras desde março, receberá novas instalações da unidade. Crédito da foto: Erick Pinheiro

O fechamento de um trecho da rua Duque de Caxias, no Mangal, tem incomodado um morador daquela região. O servidor público Wilson Menna, de 78 anos, procurou o Cruzeiro do Sul e alegou que “esse fechamento, se é que a Prefeitura concordou, é de uma consequência inédita que nem ao menos deve ter sido avaliada pelos autores”. A área fechada pertence ao Serviço Social da Indústria (Sesi) desde 2011 e foi doada pela Prefeitura por meio da Lei Municipal 9.694/2011. A doação foi feita com a condição de serem construídos prédios para atividades de escola e teatro. À época, o Executivo aderiu à proposta pelo “benefício que a escola e teatro ofertam à população”.

As obras, responsáveis pelo fechamento da via, começaram em março deste ano e devem ser concluídas em 12 meses — o asfalto, inclusive, já foi retirado. Em outubro de 2018, o Sesi apresentou o projeto, junto à Prefeitura, que incluía uma escola inovadora, um palco, uma quadra de futebol soçaite, além de reformas no teatro já existente. No espaço doado, funcionou durante anos uma feira livre aos sábados e também um tradicional feirão de carros.

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Menna diz que frequenta a academia do Sesi diariamente. “O trânsito virou um caos total. As pessoas que transitam a pé, os alunos e os pais que precisam levar seus filhos àquela escola ou ao Salesiano, são todos muito prejudicados”, comenta.

A Prefeitura, por meio da Urbes – Trânsito e Transportes, alega que “promoveu as adequações para reduzir ao máximo os impactos no trânsito”. “A Urbes implantou toda a sinalização que se faz necessária e a rua Duque de Caxias continua recebendo trânsito, no entanto, passa a ser uma via sem saída, com raio maior em seu trecho final, para permitir a manobra de retorno dos veículos. As vias alternativas para quem trafegava pelo trecho agora sem saída são a rua Barão de Cotegipe ou a rua José Miguel”, informa, em nota. (Da Redação)

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