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Cartório eleitoral apura falhas da biometria no primeiro turno em Sorocaba

Para o chefe do cartório, problemas não comprometeram nem atrasaram o processo eleitoral
Foto: Arquivo JCS

O Cartório Eleitoral de Sorocaba não tinha, até o final da tarde desta segunda-feira (08), o número de eleitores sorocabanos que não conseguiram efetuar a biometria e precisaram votar com o presidente da seção fazendo a liberação com sua assinatura digital. De acordo com João Lima, chefe do Cartório Eleitoral de Sorocaba, esse balanço só seria possível após o término das análises das 1.560 atas referentes ao total de urnas da cidade. Mas ainda segundo ele, tais falhas biométricas não comprometeriam o resultado e nem teriam atrasado o processo eleitoral.

João Lima explicou que ontem à tarde ainda continuava o trabalho de análise das atas correspondentes à cada urna, contabilizando assim quantos votos foram registrados manualmente, ou seja, de pessoas cujas biometrias não funcionaram, e precisaram assinar os livros e votar após liberação feita pela biometria do presidente da seção.

Ao seu ver, o fato de alguns mesários terem solicitado a assinatura no livro mesmo de quem a biometria não apresentou erro, teria sido por preciosismo, “um cuidado a mais”, mas que isso também nem teria provocado atraso na hora de votar, sendo que, conforme disse, as filas se formaram mais no período da manhã. Lima destacou porém que não foi permitido ao eleitor votar mediante a liberação da assinatura digital do presidente da seção, e não ter assinado o livro.

O chefe do Cartório Eleitoral ponderou que para o segundo turno será reforçada a orientação para que assine o livro apenas quando a biometria não funcionar. (Da Redação)

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